<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650</id><updated>2011-08-05T15:34:14.563-07:00</updated><category term='acordo ortográfico'/><category term='ensino'/><category term='alfabetização cartográfica'/><category term='Dinha do acarajé'/><category term='competição'/><category term='Maria da Conceição Carneiro Oliveira'/><category term='biblioteca comunitária do Calabar'/><category term='relação pedagógica'/><category term='reciclagem'/><category term='povos indígenas'/><category term='conservação'/><category term='Pontão de Cultura'/><category term='coleção Ler o Mundo História'/><category term='fotografia Ava Marandu'/><category term='jogos africanos'/><category term='MEC'/><category term='arte'/><category term='Infância'/><category term='Ler o mundo História'/><category term='Porta-Curtas'/><category term='Documentário'/><category term='desempenho escolar'/><category term='criança e consumo'/><category term='negritude'/><category term='alfabetização'/><category term='falares brasileiros'/><category term='internet'/><category term='letramento'/><category term='ensino de história da África e da cultura afrobrasileira'/><category term='consumismo'/><category term='valores'/><category term='culinária afro; volume 2º ano Ler o mundo; Rio Vermelho'/><category term='plásticos'/><category term='Yoté'/><category term='poesia'/><category term='brincadeiras e jogos com nomes'/><category term='televisão'/><category term='Affonso Romano de Sant&apos;Anna'/><category term='Lei 10639/03 e 11645/08'/><category term='Pnad'/><category term='meio ambiente'/><category term='brincadeiras e jogos'/><category term='educação'/><category term='língua portuguesa'/><category term='blog'/><category term='publicidade'/><category term='Leis 10639/03 e 11.645/08'/><category term='Capítulo 3'/><category term='Mário Quintana'/><category term='inclusão'/><category term='diversidade'/><category term='pesquisa UFMG'/><category term='Salvador'/><category term='repetência escolar'/><category term='parlenda'/><category term='respeito às diferenças'/><category term='unidade 1'/><category term='objetivos do blog'/><category term='editora Scipione'/><category term='crônicas'/><category term='secad'/><category term='pareceres pedagógicos'/><title type='text'>Ler o mundo: história</title><subtitle type='html'>a coleção de referência para a educação da igualdade étnico racial</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-8760409429004221143</id><published>2010-11-07T08:20:00.000-08:00</published><updated>2010-11-07T08:27:28.525-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maria da Conceição Carneiro Oliveira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relação pedagógica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alfabetização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='letramento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crônicas'/><title type='text'>Sobre terrores e prazeres nos primeiros anos escolares</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Compartilho uma crônica de memórias,  nascida de exercício acadêmico para dialogar com professores em  formação.&lt;br /&gt;O texto foi originalmente publicado em 06/11/2010 no &lt;a href="http://www.viomundo.com.br/blog-da-mulher/sobre-terrores-e-prazeres-nos-primeiros-anos-escolares.html"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;blog da Mulher&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Memórias escolares da década de  1970&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Sou a mais velha de cinco irmãos. Ao  entrar na escola, em 1971, já tinha dois irmãos e o terceiro chegou  quando eu estava na terceira série e o quinto na sexta série. Filha de  mãe baiana de cultura rural que criou seus sobrinhos (já que era a  caçula de uma família de dez irmãos), recebi dela o legado de me tornar  ‘adulta’ muito cedo. Tinha muitas tarefas que nem sempre conseguia  cumprir a contento. Lembro de apanhar logo pela manhã, porque ao sair  para comprar açúcar não encontrei a marca usada pela mãe. Ela não era  má, era jovem e com muitas responsabilidades. Com o pai sempre na  estrada e ela tendo de lidar sozinha com tantos desafios, acabava por me  forçar a crescer antes do tempo.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Talvez porque vivenciei essa infância  distante da traçada pelo modelo clássico do século XVIII e tivesse  muitas outras preocupações na vida que me impediam de experimentar o  afeto também presente nos muros intra-escolares não me lembro dos rostos  ou nomes de minhas primeiras professoras.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mesmo assim, a escola para mim foi o  lugar por excelência de encontro social, de fugir do trabalho árduo, das  surras, dos gritos, dos arroubos violentos da mãe que pioraram muito ao  longo dos anos e com a doença dela e os dois irmãos que vieram depois.  Eu adorava ir à escola, chorava quando a mãe demorava a voltar e passava  da hora de entrada.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Terrores infantis: a  primeira professora e a diretora general&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Apesar de não me lembrar dos rostos nem  dos seus nomes, lembro das ações da maioria das minhas professoras.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Minha primeira professora me parecia  insuportável. Entrei na escola alfabetizada, aprendi com a TV que chegou  na Copa de 1970. Ficava acompanhando os créditos e atazanando qualquer  ser que sabia ler diante de mim, perguntando que letra era e que som  fazia quando se juntavam. Ficava brava com a tevê que passava os  créditos tão rapidamente.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Minha primeira professora não percebeu  que eu já sabia ler e escrever e me achava uma completa imbecil e assim  me tratava. Dava-me desenhos com alguns comandos como: um coelho numa  ponta, a toca em outra e no meio um labirinto e dizia &lt;em&gt;“– Está  chovendo, o coelho está com pressa, faça-o chegar rápido na toca”&lt;/em&gt;.   Não titubeava: traçava uma linha reta entre coelho e toca.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Terminava rapidamente as ‘lições’, fazia  as de minha amiga de carteira e começávamos a conversar. A professora  brigava. Uma vez, para me castigar, separou-me da amiga e me fez sentar  com um menino. Isso foi mortal para mim. Sentava-me na pontinha pra  ficar longe do menino, bumbum doendo, ela, visivelmente, divertia-se com  a situação, as demais crianças também, o que tornava o castigo moral  ainda mais humilhante. O garoto, sem jeito, procurava me consolar e  piorava ainda mais meu sofrimento. Ela não percebeu ou não se comoveu  com a minha tristeza profunda. Cheguei em casa e disse à mãe que não  iria mais à escola. Chorei muito e ela, quase sempre sem paciência,  parou para tentar entender e conversar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao mesmo tempo em que ir para escola livrava-me dos arroubos de  violência de minha mãe, permitia-me o encontro com amigos e o exercício  de um modelo de infância, que se as crianças pudessem escolher  decidiriam por ele, topar com algumas figuras adultas, especialmente com  a minha primeira professora e a diretora era quase como passar por  revista na prisão. E muito embora eu não soubesse o que isso fosse,  sabia o quanto era aterrorizante.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Toda a escola no pátio, alunos  enfileirados por tamanho, cantavam o hino, juravam bandeira e a diretora  passava em revista. Era a hora de meu maior pavor: em princípios da  década de 1970 a uniformidade era a meta: a altura das meias brancas; o  comprimento das saias; a brancura das camisas e os cabelos e unhas  limpas eram exigências. Ai do infeliz que a mãe não mantivesse o padrão,  era exposto ali, no pátio escolar, feito um Tiradentes mirim.  Ridicularizada, a vítima era apontada como o &lt;em&gt;Sujismundo&lt;/em&gt;, uma  personagem que não queríamos nem de perto ser comparados a ela.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para as classes pobres, de origem rural e  nordestina que migraram para os pólos industriais da década de 1960, a  apresentação impecável era um modo de se proteger dos inúmeros  preconceitos. Minha mãe sempre foi caprichosa com a higiene das roupas.  Até hoje, aos setenta anos, apesar da máquina de lavar, ainda assim, ela  primeiro lava as roupas no tanque e só depois as coloca na máquina.  Quando morávamos em casa com quintal, ela tinha quarador e o processo  era ainda mais meticuloso.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Minha mãe também tinha fixação por meias  com pompom. E comprava as meias três quartos obrigatórias nos uniformes  escolares com os &lt;em&gt;maledeto&lt;/em&gt;s pompons. Na hora da revista chegava  a ficar com as pernas doendo de tanto que eu as pressionava uma contra a  outra para não aparecer o volume dos pompons.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;O grande medo era me tornar alvo do  castigo exemplar daquela diretora, fiel devota da ditadura militar,  embora não soubesse o que significasse ditadura e achasse o presidente  Garrastazu Médici parecido com o meu avô.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Depois do hino e da revista no pátio, a  diretora visitava sala por sala num incansável ritual. Carregava um  cartaz que ao longo do tempo foi ficando surrado com imagens se opondo  lado a lado em três fileiras. Em uma lembro-me de tanques de guerra e  pomba da paz. E ela apontava para os tanques e perguntava-nos:  “– &lt;em&gt;Na  Revolução de 1964 teve guerra?”&lt;/em&gt; Ao que em coro respondíamos: &lt;em&gt;Não!&lt;/em&gt;  Apontava para outro jogo de imagens cujos significados eram antagônicos  e respondíamos com o mesmo vigoroso &lt;em&gt;‘Não’&lt;/em&gt;, até chegar ao  último quadro com duas mãos, uma de pele clara e outra escura e tínhamos  de dizer: &lt;em&gt;“A Revolução de 1964 trouxe paz, amor e felicidade”&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A professora que adorava me aplicar  castigos morais um dia propôs-nos que fizesse um desenho para um  concurso. Fiquei observando as formigas no quintal e fiz um desenho a  lápis. No dia seguinte mostrei para ela e foi a primeira vez que elogiou  algo produzido por mim e não me tratou como idiota. Escolheu o meu e o  desenho do menino que ela me obrigava a sentar ao lado para enviar para o  tal concurso e nos mandou ‘passar a limpo’.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Voltei ao quintal e me pus a observar as  formigas longamente, fiz outro desenho e no verso do sulfite escrevi:&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Fila de formigas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Levam folhas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Alimento da família.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Havia caprichado ainda mais no novo  desenho, coloquei na pasta e fui radiante para a escola mostrar à  professora. Meu colega de carteira entregou o seu primeiro. Ela começou a  gritar ensandecida. Chamou-o de ‘Sujismundo’, menino sem capricho,  relaxado. Olhei para a minha pasta de couro e vi que a folha do desenho  tinha feito uma pequena orelha. Ela pediu que eu entregasse o meu.  Fiquei gelada, muda, lívida e quase sussurrei: — Esqueci, desculpe-me,  senhora professora. Ela me olhou com aquela expressão de que eu não  tinha solução, era definitivamente um caso perdido.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um dia ela não apareceu na escola. Fomos  informados de que seu pai havia morrido e ela não retornaria. Comemorei  a notícia como se fosse presente de natal só pra mim. Naqueles duros  anos de chumbo, sem indústria chinesa, economia globalizada e era Lula,  ganhar presente de natal só se fosse algo coletivo, um jogo, por  exemplo, para brincar com os outros dois irmãos.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Acho que minha primeira professora  abandonou a escola sem saber que eu fazia poesia.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Do prazer da criança de ser  vista, ouvida e respeitada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Estava esfuziante no pátio, mais falante  do que de costume e a substituta nos observando. Contava às minhas  amigas que sabia cozinhar. Elas riam e me achavam gabola. Foi aí que  minha segunda professora entrou na conversa e perguntou: “&lt;em&gt;– E como  se faz feijão?&lt;/em&gt;” Começo a narrar com orgulho cada etapa aprendida  entre a cozinha e o quarador da mãe:&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;– Tem de catar o feijão, separar as  pedrinhas, depois põe de molho. Pede pra mãe pôr na panela de pressão, é  muito pesada e na hora de abrir também chama a mãe, porque pode  explodir &lt;/em&gt;(e fazia aquela cara severa e grave de quando falamos  coisas sérias). &lt;em&gt;Sobe na cadeira, pega a tábua de carne e pica o  alho, frita em outra panela, não pode deixar cair água, porque voa óleo e  queima, é dolorido. Desliga a panela do alho frito, deixa esfriar um  pouco e joga o feijão, assim não espirra. Liga de novo o fogão e deixa  ferver para o tempero saborear os grãos. Eu também sei fazer arroz e  macarrão, professora!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;E pela primeira vez eu vi uma professora  sorrir cúmplice, legitimar meu saber aprendido às duras penas entre  puxões de orelhas e mãe irritada com filho pequeno chorando e fraldas de  algodão quarando ao sol. Por isso senti uma pena imensa quando, antes  do primeiro ano escolar terminar, tenha sido obrigada a deixar minha  cúmplice de Guararema e arriscar novas investidas nas relações  professora-aluna em Mogi das Cruzes.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;E, para piorar, no mesmo novembro da  mudança de casa, escola e cidade, o corpo todo pipocou com a catapora.  Só com muita insistência da mãe me deixaram fazer as provas finais.  Enquanto de pijama aguardava isolada em uma sala a mãe convencer a nova  diretora  descrente, que insistia que de nada adiantaria, pois eu não  iria passar, a mãe, que sempre acreditou, disse: &lt;em&gt;“– Dê as provas,  ela tem o direito de fazer”&lt;/em&gt;.  Errei duas palavras: advogado e  admirável. Média final: 95.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Virei uma espécie de celebridade na nova  escola e na segunda série a professora me pôs num concurso com meninos  da quarta série. Tratava-se de responder questões sobre a vida do  patrono que dava nome a instituição: Adelino Borges Vieira. Sabia tudo  sobre o professor, escritor e numa pergunta que envolvia cálculo com  datas, fui mais rápida na soma que o meu concorrente.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na terceira série abandono amigos,  professora e a escola que me tratava como prodígio e lá vou eu de novo  descobrir outras searas do universo escolar em Juquiá.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Várias outras professoras maluquinhas  como aquela que descobriu o gosto do feijão que eu sabia preparar, a que  apostou na menina espevitada que gostava de estudar e não tinha medo de  disputar com meninos mais velhos um jogo de perguntas sobre o patrono  escolar passaram por minha vida e me permitiram contar segredos e não me  quiseram sentada feito robô na carteira. Mas delas, igualmente, não me  lembro nem dos nomes, nem dos rostos, até que encontrei dona Rosa.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Rosa foi a primeira professora cujo  sorriso espetacular (e igualmente raro), a textura da pele negra feito  ébano e suas lindas blusas de seda em tons de rosa permanecem vivos em  minha memória.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Rosa sem o saber me apresentou mestre  Romão e Gaetaninho que me fizeram chorar copiosa e prazerosamente ao pé  de um chapéu-de-sol. Foi amor à primeira leitura. Dona Rosa me fez  descobrir a literatura ao me apresentar os Machados — o Assis e o  Alcântara — que, por sua vez, fizeram-me  entender que texto tem mais  que informações, podem abrir a janela d’alma.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dona Rosa também tinha mania de  concursos. Hoje, na estante, além das inúmeras medalhas que recebi  naqueles anos em sua companhia, repousam, meio empoeirados, dois  Jabutis, recebidos em 2005 e 2008, exatamente 30 anos depois que a vi  pela primeira vez e 30 anos após nos separamos. As cascas dos pequenos  troféus de metal com as letras do alfabeto  sempre me fazem lembrar de  Rosa, ela é parte significativa desta longa trajetória.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Atualização&lt;/strong&gt;: Meu amigo  @sergioricardo1964 mandou-me uma foto de Dna Rosa na festa dos  professores de 2009. Como podem ver, ela continua linda e na ativa,  educando outras Marias e Sérgios…&lt;br /&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com/lh/photo/TFZ3B-S-XKi61DHenq14T1lPUR1cgWFAf5NluWEJ8D4?feat=embedwebsite"&gt;&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_xlDouzAW9vc/TNYRtcITYkI/AAAAAAAACEM/kq0nDH2rnLo/s800/Festa%20dos%20Professores%202009dnarosa.jpg" alt="" height="531" width="800" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;                                                     &lt;!-- Begin SexyBookmarks Menu Code --&gt;  &lt;ul class="socials"&gt;&lt;li class="sexy-twitter"&gt;    &lt;a target="_blank" href="http://twitter.com/home?status=Sobre+terrores+e+prazeres+nos+primeiros+anos+escolares+-+http://tinyurl.com/37xjou2+%28via+@viomundo%29" rel="nofollow" class="external" title="Tweet This!"&gt;Tweet This!&lt;/a&gt;   &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-8760409429004221143?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/8760409429004221143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=8760409429004221143' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/8760409429004221143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/8760409429004221143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2010/11/sobre-terrores-e-prazeres-nos-primeiros.html' title='Sobre terrores e prazeres nos primeiros anos escolares'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_xlDouzAW9vc/TNYRtcITYkI/AAAAAAAACEM/kq0nDH2rnLo/s72-c/Festa%20dos%20Professores%202009dnarosa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-6441559214348822003</id><published>2010-11-07T08:11:00.000-08:00</published><updated>2010-11-07T08:19:41.690-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MEC'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='repetência escolar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisa UFMG'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desempenho escolar'/><title type='text'>UFMG:  Repetência não melhora desempenho de aluno</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Repetência não melhora desempenho de aluno, diz pesquisa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudo realizado pela UFMG com 41 mil crianças mostra que reprovados não aprenderam mais no ano seguinte&lt;br /&gt;Por: Priscilla Borges, IG Educação&lt;br /&gt;05 de outubro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília. Estudar a mesma série duas vezes seguidas não contribui em nada para a aprendizagem das crianças com dificuldades. Essa é a conclusão de um estudo realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três pesquisadoras analisaram o desempenho de 41 mil estudantes em dois anos seguidos. Elas garantem que os alunos que ficaram para trás continuaram sem aprender o que deveriam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pesquisadoras Vania Candida da Silva, doutoranda em Demografia pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da UFMG (Cedeplar), Juliana de Lucena Ruas Riani, da Faculdade de Itaúna, e Tufi Machado Soares, da Universidade Federal de Juiz de Fora, dizem que se não houver projetos específicos para ajudar essas crianças, a repetência só aumenta os traumas e a desmotivação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repetência por si só não é benéfica para o aluno que não consegue adquirir habilidades adequadas ao longo do ano. Se ele não tiver acompanhamento diferenciado, de nada adianta. A reprovação deve ser indicada apenas em casos extremos. Se o método não mudar, esse aluno&lt;br /&gt;que não aprendeu vai continuar sem aprender, com a auto-estima baixa e desmotivado, afirma Juliana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Durante a pesquisa "Repetir ou progredir"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma análise da eficiência da repetência nas escolas públicas de Minas Gerais, Vania, Juliana e Tufi avaliaram os resultados de 41 mil alunos que participaram do Programa de Avaliação do Ciclo Inicial de Alfabetização (Proalfa) de 2008 e 2009. Criado em 2005, o exame pretende medir o desempenho de alunos das séries iniciais das escolas públicas municipais e estaduais de Minas Gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Proalfa avalia, anualmente, conhecimentos de leitura e escrita de estudantes do 3º ano do ensino fundamental. Aqueles que não obtêm bons resultados repetem a avaliação no ano seguinte, independentemente da série que estejam cursando. As 41.635 crianças analisadas no estudo apresentaram baixo desempenho em 2009. Do total, 5.483 eram repetentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Juliana, entre os estudantes que apresentaram baixo desempenho em 2008, os que foram aprovados mostraram evolução maior na avaliação do que os repetentes na prova aplicada em 2009. O que só prova que não adianta repetir sem oferecer acompanhamento adequado ao aluno para que ele supere as deficiências. As séries iniciais são a chave de todo o ensino, por isso escolhemos essa fase para estudar, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Complicadores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As pesquisadoras ressaltam que, na rede pública mineira, existe uma orientação para que as crianças não sejam reprovadas no ciclo de alfabetização (três primeiras séries do ensino fundamental) e entre os 4º e 5º anos do fundamental. Apesar disso, muitos estudantes continuam sendo reprovados. A rede estadual registrou 9,84% de repetência no 3ºano e a municipal, 14,69%.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;No País, o índice de reprovação em 2008 (últimos dados divulgados pelo Ministério da Educação) chegou a 13,5% no 3º ano do fundamental. A porcentagem representa pouco mais de meio milhão de estudantes: 526 mil crianças. Para o Conselho Nacional de Educação (CNE), de acordo&lt;br /&gt;com o parecer 04/2008, os alunos que cursam as séries iniciais do ensino fundamental, nas quais ainda estão aprendendo a ler e a escrever, não poderiam ser punidos de forma tão severa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa desenvolvida pela UFMG revela ainda que os meninos representam a maior parte dos estudantes repetentes (57%) e, nesse perfil das crianças que são reprovadas, a maioria não frequentou a pré-escola. Chama a atenção outra característica, talvez a mais perversa: a minoria dos que repetiram em 2009 passavam por isso pela primeira vez (453). Quase 4 mil crianças que participaram do Proalfa já haviam repetido uma ou até três vezes alguma série do ensino&lt;br /&gt;fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo relaciona o desempenho dos estudantes diretamente à qualidade da escola. Os dados analisados pelas pesquisadoras mostram que a proficiência das crianças repetentes é menor quando elas estudam em colégios que também têm desempenho ruim. Decidimos estudar o tema por causa da falta de consenso entre especialistas sobre o impacto da repetência na vida escolar da criança e porque a base de dados do Proalfa permite o acompanhamento do desempenho dos mesmos estudantes em dois ou mais anos, destaca Juliana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: iG Educação&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-6441559214348822003?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/6441559214348822003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=6441559214348822003' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/6441559214348822003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/6441559214348822003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2010/11/ufmg-repetencia-nao-melhora-desempenho.html' title='UFMG:  Repetência não melhora desempenho de aluno'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-8924495832694145291</id><published>2010-07-10T19:58:00.001-07:00</published><updated>2010-07-10T19:58:48.253-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ensino de história da África e da cultura afrobrasileira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lei 10639/03 e 11645/08'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='negritude'/><title type='text'>A Construção da Igualdade -- História da Resistência Negra no Brasil</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"A Construção da Igualdade -- História da Resistência Negra no Brasil":  o vídeo contribui na aplicação da Lei nº 10.639, que torna obrigatória a inclusão, no currículo das escolas, o estudo da História da África e Cultura Afro-brasileira. Trás depoimentos de acadêmicos, escritores, artistas em geral e ações do movimento negro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Parte 1:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yBcajWhOis8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0xcc2550&amp;amp;color2=0xe87a9f"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/yBcajWhOis8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0xcc2550&amp;amp;color2=0xe87a9f" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="385" width="480"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2:&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/F5XaRwBjj48&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0xcc2550&amp;amp;color2=0xe87a9f"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/F5XaRwBjj48&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0xcc2550&amp;amp;color2=0xe87a9f" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="385" width="480"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-8924495832694145291?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/8924495832694145291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=8924495832694145291' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/8924495832694145291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/8924495832694145291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2010/07/construcao-da-igualdade-historia-da.html' title='A Construção da Igualdade -- História da Resistência Negra no Brasil'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-5404216029012188172</id><published>2010-07-01T06:37:00.000-07:00</published><updated>2010-07-01T06:45:48.934-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fotografia Ava Marandu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='povos indígenas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pontão de Cultura'/><title type='text'>01 de julho Pontão de Cutura: Os Guarani Convidam para Mostra de resultados do AVAMARANDU</title><content type='html'>29 junho/10       &lt;!--   @page { margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm } --&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;O &lt;a href="http://www.pontaodeculturaguaicuru.org.br/noticias/index/id/353"&gt;Pontão  de Cultura Guaicuru&lt;/a&gt; e parceiros convidam para a &lt;em&gt;Solenidade de  Premiação&lt;/em&gt; &lt;em&gt;dos Concursos&lt;/em&gt; Redação, Poesia, História em  Quadrinhos e Desenho - Cultura e Direitos Humanos dos Povos Guarani e  Cartilha Ilustrada Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos  Povos Indígenas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;Na  ocasião haverá uma &lt;em&gt;Sessão do Documentário Ava Marandu&lt;/em&gt;, filme  realizado de janeiro a junho de 2010 que apresenta os guarani falando da  realidade em que vivem e expressando sentimentos diante do contato com  as possibilidades do audiovisual e da fotografia no contexto da memória,  da luta e da resistência à tentativa de extinção.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também será uma oportunidade para ver a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Exposição Fotográfica Guarani&lt;/span&gt;, que traz fotografias realizadas pelos Guarani participantes das oficinas oferecidas pelos pelo projeto diretamente nas aldeias.&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;Data – 01  de julho de 2010&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;Hora –  19h&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;Local –  Pontão de Cultura Guaicuru – rua 13 de maio 727- Bairro Santa  Dorothéia-Campo Grande MS&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;Confirme  sua presença. Telefone (67) 3026-6356&lt;/p&gt;&lt;!--   @page { margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm } --&gt;             &lt;!--&lt;img src="images/temp_sec_noticias.jpg" alt="Foto" /&gt;--&gt;       &lt;a href="http://www.pontaodeculturaguaicuru.org.br/admin/upload/imagens/d012903141ce9221f91c35e00fb6e8b3.jpg" id="fotoNoticia" title=""&gt;&lt;img src="http://www.pontaodeculturaguaicuru.org.br/admin/image.php/imagens/d012903141ce9221f91c35e00fb6e8b3.jpg*0*200*I*80%27" alt="Foto" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-5404216029012188172?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/5404216029012188172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=5404216029012188172' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/5404216029012188172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/5404216029012188172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2010/07/01-de-julho-pontao-de-cutura-os-guarani.html' title='01 de julho Pontão de Cutura: Os Guarani Convidam para Mostra de resultados do AVAMARANDU'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-3250767104082393039</id><published>2009-07-05T22:02:00.001-07:00</published><updated>2009-08-27T08:07:25.083-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Documentário'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criança e consumo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='publicidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infância'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='competição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='consumismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='televisão'/><title type='text'>"Criança, a alma do negócio" um documentário sobre infância e consumismo</title><content type='html'>Produtora: Maria Farinha Produções&lt;br /&gt;Direção: Estela Renner&lt;br /&gt;Produção Executiva: Marcos Nisti &lt;p&gt;Um documentário sobre publicidade, consumo e infância.&lt;br /&gt;(Este documentário está divido em 6 partes ao final deste texto.)&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Sinopse&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: “Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?” Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real, este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.alana.org.br/"&gt;Instituto Alana&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.forumcec.org.br/"&gt;Vídeos do 2° Fórum Internacional Criança e Consumo realizado em 2008&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Baixe este documentário em alta qualidade de imagem:&lt;br /&gt;&lt;a title="http://rapidshare.com/files/183833729/CRIANCA_-_A_ALMA_DO_NEGOCIO.part1.rar.html" rel="nofollow" href="http://rapidshare.com/files/183833729/CRIANCA_-_A_ALMA_DO_NEGOCIO.part1.rar.html" target="_blank"&gt;http://rapidshare.com/files/183833729…&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="http://rapidshare.com/files/183879717/CRIANCA_-_A_ALMA_DO_NEGOCIO.part2.rar.html" rel="nofollow" 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type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-3250767104082393039?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/3250767104082393039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=3250767104082393039' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/3250767104082393039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/3250767104082393039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2009/07/crianca-alma-do-negocio-um-documentario.html' title='&quot;Criança, a alma do negócio&quot; um documentário sobre infância e consumismo'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-4451704249009098892</id><published>2009-06-29T11:39:00.000-07:00</published><updated>2009-06-29T11:40:40.301-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ensino'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>Conheça escolas que já incorporaram o blog como ferramenta no seu dia a dia</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://acessaescola.fde.sp.gov.br/publico/Noticias.aspx?nID=1098"&gt;Acessa São Paulo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;        &lt;div id="ctl00_ContentNoticia1_pnImagens"&gt;           &lt;img id="ctl00_ContentNoticia1_img1223" src="http://acessaescola.fde.sp.gov.br/NewsImages/N_66061_blogs.JPG" style="border-width: 0px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;        &lt;br /&gt;        &lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;span id="ctl00_ContentNoticia1_lblConteudoNoticia" class="p1" style="font-family: Arial; font-weight: normal;"&gt;Na EE D. Pedro I, de São Miguel Paulista, bairro da Zona Leste de São Paulo, a professora Márcia Regina, de Química, e as alunas do Ensino Médio Aline Suelen Coki da Silva, Camila Karolina de Freitas e Flávia Pinheiro resolveram discutir com a comunidade intra e extra-escolar a importância da proteção do meio ambiente para que se possa legar às gerações futuras uma vida saudável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No outro canto da cidade, no Jardim Olinda, Zona Sul, Leandro Santos, professor de Biologia da EE Prof Flávio Negrini, fala com seus alunos sobre a visita que farão à Estação Ciência e traz detalhes sobre o local, valendo-se, inclusive, de dois vídeos que facilitam a compreensão das informações por ele transmitidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, em Indaiatuba, no interior de São Paulo, a professora Vera Lucia Ivanov, coordenadora da EE Profª Áurea Moreira da Costa, desenvolve com seus alunos uma série de projetos que são registrados através de textos, fotos, apresentações e avaliações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que essas atividades têm em comum é que tanto a professora e suas alunas da Zona Leste, como o professor da Zona Sul de São Paulo e a professora de Indaiatuba estão usando a mesma ferramenta para o desenvolvimento de seus trabalhos e projetos: o blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles fazem parte de um grupo cada vez maior de pessoas que se valem das facilidades que esse meio de comunicação oferece para fazer chegar o seu recado a um grande número de pessoas, com rapidez e eficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sabemos, o blog é um diário online, no qual você publica textos, vídeos, arquivos de som ou imagens. O blog permite a interação do leitor com o autor (chamado blogueiro) através de uma área reservada para comentários e opiniões. Essa característica, aliás, é que define o blog como uma importante mídia social, capaz de promover a formação de redes de pessoas que compartilham o mesmo interesse na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, é fácil compreendermos porque um número cada vez maior de educadores e estudantes se valem do blog para o desenvolvimento de suas atividades. O professor deixa de ser aquele que tem “a palavra quase que única” do contexto da sala de aula tradicional e torna-se o orientador, aquele que indica caminhos e facilita tanto a pesquisa quanto a troca entre seus alunos – uma performance mais alinhada ao contexto da rede social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relacionamos, a seguir, os links de alguns blogs de escolas e professores da Rede Estadual de Ensino de São Paulo que possuem blogs ativos. Visite e deixe seu recado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog da EE Dom Pedro I, São Paulo, SP&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://dompedro.deolhonoclima.com.br/"&gt;EE Dom Pedro I&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog do Prof. Leandro, SP&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://leandroprof.wordpress.com/"&gt;Professor Leandro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Negrini On-Line&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.enegrini.com.br/"&gt;Negrini&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projetos da E.E.Profª Áurea Moreira da Costa, Indaiatuba, SP&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://eeaurea.blogspot.com/"&gt;Projetos Indaiatuba&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E.E Camilo M. Paula, Indaiatuba, SP&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://camiloensinofundamental.blogspot.com/"&gt;EE Camilo M. Paula &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E.E. Profº Antônio Sproesser, Monte Mor, SP&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://eeprofantoniosproesser.blogspot.com/search?q="&gt;EE Antônio Sproesser&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-4451704249009098892?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/4451704249009098892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=4451704249009098892' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/4451704249009098892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/4451704249009098892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2009/06/conheca-escolas-que-ja-incorporaram-o.html' title='Conheça escolas que já incorporaram o blog como ferramenta no seu dia a dia'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-1706853894297497141</id><published>2009-05-25T08:50:00.000-07:00</published><updated>2009-05-25T09:18:11.437-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pnad'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MEC'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lei 10639/03 e 11645/08'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inclusão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='secad'/><title type='text'>Pesquisas registram a desigualdade racial nos sistemas de ensino</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Caros professores, fiquem atentos ao lançamento do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e Ensino da Cultura e História Afro-Brasileira e Africana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Os estados e municípios que aderirem ao programa receberão verbas para a sua implementação. Não se trata de criar disciplinas específicas sobre o tema étnico-racial  nas escolas. A temática terá de ser incorporada por meio de livros didáticos e  paradidáticos utilizados nas aulas de história e geografia, por exemplo, desde a educação  infantil até o ensino médio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Neste sentido, a coleção &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;LER O MUNDO- HISTÓRIA&lt;/span&gt;, editora Scipione, considerada uma obra de referência para o ensino da História africana, afro-brasileira e dos povos indígenas torna-se uma excelente escolha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Abaixo reproduzo duas notícias a respeito da necessidade da criação deste plano, assim como uma notícia de como ele funcionará para os estados e municípios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;Pesquisas registram a desigualdade racial nos sistemas de ensino&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;div class="post-body entry-content"&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                            &lt;/div&gt;&lt;div class="item_de_conteudo"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; De acordo com a última a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2007, 49,4% da população brasileira se autodeclarou da cor ou raça branca, 7,4% preta, 42,3% parda e 0,8% de outra cor ou raça. A população negra é formada pelos que se reconhecem pretos e pardos. Esta multiplicidade de identidades nem sempre encontra, no âmbito da educação, sua proporcionalidade garantida nas salas de aula de todos os níveis e modalidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil conta com mais de 53 milhões de estudantes em seus diversos sistemas, níveis e modalidades de ensino. Mas o atendimento às populações branca e negra revelam desigualdades. De acordo com a Pnad 2006, na educação infantil apenas 13,8% das crianças declaradas como negras estavam matriculadas em creches. O número sobe para 17,6% na população branca. Na pré-escola a desigualdade persiste, embora seja menor, 65,3% das crianças brancas matriculadas, enquanto 60,6% da população infantil negra frequentava a escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Censo Escolar de 2007, a distorção idade-série de brancos é de 33,1% na 1ª série do ensino fundamental e de 54,7% na 8ª, enquanto a distorção idade-série de negros é de 52,3% na 1ª série e de 78,7% na 8ª série. Entre os jovens brancos de 16 anos, 70% haviam concluído o ensino fundamental obrigatório. Na população negra dessa faixa etária, apenas 30% alcançaram essa escolaridade. Entre as crianças brancas de 8 e 9 anos na escola, a taxa de analfabetismo é da ordem de 8%. Para essa mesma faixa etária das crianças negras o índice é o dobro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ensinos médio e superior&lt;/strong&gt; – No ensino médio o quadro não é diferente. Ainda com base na Pnad 2007, 62% dos jovens brancos de 15 a 17 anos frequentavam a escola; na população negra o índice cai pela metade. Se o recorte etário for para 19 anos, os brancos apresentam uma taxa de conclusão do ensino médio de 55%, enquanto os negros, uma taxa de apenas 33%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As desigualdades persistem no ensino superior. A Fundação Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que 12,6% da população branca acima de 25 anos concluiu o curso superior. Dentre os negros, a taxa é de 3,9%. Em 2007, os dados coletados pelo censo do ensino superior indicavam a frequência de 19,9% de jovens brancos entre 18 e 24 anos no ensino superior. Já para os negros o percentual é de somente 7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plano nacional&lt;/strong&gt; – &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Para reverter esse quadro, o governo federal lança, nesta quarta-feira, 13, o Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e Ensino da Cultura e História Afro-Brasileira e Africana.&lt;/span&gt; O objetivo é reduzir desigualdades na educação, tornar a escola um ambiente mais acolhedor, sem reproduzir preconceitos e valorizar a cultura e história do povo negro na formação da sociedade brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa é do Ministério da Educação, em parceria com a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O lançamento será realizado na solenidade Ações Afirmativas no Brasil, em Brasília. Também serão apresentados projetos dos ministérios da Ciência e Tecnologia e do Trabalho e Emprego, em parceria com a Seppir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=13406:pesquisas-registram-a-desigualdade-racial-nos-sistemas-de-ensino&amp;amp;catid=202&amp;amp;Itemid=86"&gt;Assessoria de Imprensa da Secad&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;*********&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Governo financiará aula de cultura africana  &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;Estados e municípios que incluírem história afro-brasileira no  currículo escolar terão recurso extra do governo federal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será lançado um  plano para implementação de uma lei de 2003, que obriga estudo da participação  dos negros na formação da sociedade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;EDUARDO  SCOLESE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ANGELA PINHO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;DA SUCURSAL DE  BRASÍLIA&lt;/span&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O governo federal dará recursos extras a Estados e municípios que se  comprometerem a incluir no currículo escolar o tema da cultura e da história  afro-brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O compromisso virá pela adesão ao plano de implementação de  uma lei de 2003, a 10.639, que torna obrigatório nas redes de ensino o estudo da  história africana e da participação dos negros na formação da sociedade  brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Editais para o financiamento de cursos de formação e treinamento  de professores nessa área, por exemplo, serão abertos apenas aos prefeitos e  governadores que assinarem o plano federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse plano de implementação nada  mais é do que uma reação do governo à falta de interesse de prefeitos e  governadores a cumprirem por vontade própria a lei de 2003. Justamente por isso  virá acompanhado de atrativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de dinheiro, alguns setores do governo  defendem que seja oferecido um bônus na pontuação do Ideb (Índice de  Desenvolvimento da Educação Básica, que considera a Prova Brasil e dados de  aprovação de alunos) àqueles que confirmarem a adesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ideb possui um forte  apelo político, sendo usado em campanhas eleitorais tanto como um instrumento de  ataque como de propaganda, o que, na visão do governo, seria uma isca para a  adesão. Esse ponto, porém, ainda está em discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responsável pela área no  Ministério da Educação, o secretário de Educação Continuada, Alfabetização e  Diversidade, André Lázaro, não quis se manifestar sobre o bônus porque o plano  ainda não foi finalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista anterior, ele afirmou que é preciso  ampliar a implementação da lei, já que sua aplicação vem ocorrendo de forma  bastante heterogênea, e, segundo ele, aparentemente pior na rede privada do que  na pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adesão não será obrigatória. O plano será lançado neste mês,  numa parceria do Ministério da Educação e da Secretaria da Igualdade Racial da  Presidência. Uma ideia é anunciá-lo em 13 de maio, dia no qual é comemorada a  abolição da escravatura no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ao aderir ao plano, Estados e municípios  não serão obrigados a criar disciplinas específicas sobre o tema étnico-racial  nas escolas. A temática terá de ser incorporada em livros didáticos e  paradidáticos e nas aulas de história e geografia, por exemplo, desde a educação  infantil até o ensino médio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a formação dos professores será modificada.  Nos cursos de graduação de pedagogia, será incentivada a criação de disciplinas  sobre diversidade étnico-racial. "A nossa avaliação é que as universidades ainda  não incorporaram de maneira decidida esses conteúdos na formação de  professores", diz Lázaro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os já formados terão de passar por cursos de  capacitação. Isso já ocorreu com 30% dos diretores de escola e 25% dos docentes  de escolas públicas, segundo pesquisa encomendada pelo Ministério da  Educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O plano é importante para que todos os alunos tenham a compreensão  da real contribuição africana nas suas vidas", afirma Martvs da Chagas,  subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas da Secretaria da Igualdade  Racial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A temática passará ainda a ser uma exigência obrigatória nos editais  de livros do Ministério da  Educação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;!-- &lt;div class="caixa_palavraschave"&gt; --&gt;   &lt;div class="caixa_palavraschave"&gt;&lt;div class="palavraschave"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-1706853894297497141?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/1706853894297497141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=1706853894297497141' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/1706853894297497141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/1706853894297497141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2009/05/pesquisas-registram-desigualdade-racial.html' title='Pesquisas registram a desigualdade racial nos sistemas de ensino'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-5514265051590987434</id><published>2009-05-24T07:49:00.000-07:00</published><updated>2009-05-24T08:02:48.684-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leis 10639/03 e 11.645/08'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ensino de história da África e da cultura afrobrasileira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jogos africanos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brincadeiras e jogos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Yoté'/><title type='text'>Jogos africanos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Nestas duas últimas semanas viajei divulgando a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;coleção Ler o Mundo História&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;. Durante a minha palestra sobre a implementação da 10639/03 e 11.645/08 ministrada em Peruíbe, em 15 de junho de 2009, encontrei o professor Eduardo Carvalho e conversamos sobre o nosso interesse comum: a formação de professores para que a  10639/03 e 11.645/08 tornem-se de fato práticas escolares, sobre a rede como uma excelente ferramenta para o diálogo entre os professores. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Foi com alegria que recebi o mail carinhoso do professor Eduardo Carvalho que atualmente é coordenador das áreas de História, Geografia e Arte da rede municipal de Itanhaém/SP. Ele me passou o endereço de seu belo blog: &lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(102, 0, 0);" href="http://edu-cacao.blogspot.com/2009/05/jogos-africanos-yote.html"&gt;Educação Itanhaém&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;. É de lá que extraí a dica de jogos que publico a seguir.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://edu-cacao.blogspot.com/2009/05/jogos-africanos-yote.html"&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt; &lt;a href="http://edu-cacao.blogspot.com/2009/05/jogos-africanos-yote.html"&gt;Jogos africanos - Yoté&lt;/a&gt; &lt;/h3&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338321348565268754" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 200px; height: 200px;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mCd1vIxPgY4/ShWG-54d-RI/AAAAAAAAAd8/u9L-M-Wt74E/s200/yote.jpg" border="0" /&gt;O &lt;em&gt;Yoté&lt;/em&gt; é o primeiro de uma série de jogos africanos que publicarei, aos poucos, em posts deste blog. A seguir, informações sobre o jogo e suas regras. Dicas sobre como aplicá-lo em sala de aula podem ser encontradas na postagem &lt;a href="http://edu-cacao.blogspot.com/2009/05/jogos-africanos.html"&gt;Jogos Africanos&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;YOTÉ&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este jogo, muito popular em toda a região oeste da África (particularmente no Senegal), é uma das melhores escolhas para a introdução do educando à cultura africana e, ao mesmo tempo, convidá-lo a desenvolver seu raciocínio e sentido de observação.&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mCd1vIxPgY4/ShWHIhL1p2I/AAAAAAAAAeE/Ave3xAVOaHY/s1600-h/yote-tab-pb.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338321513734317922" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 136px; height: 200px;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mCd1vIxPgY4/ShWHIhL1p2I/AAAAAAAAAeE/Ave3xAVOaHY/s200/yote-tab-pb.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em alguns países africanos, os jogos de estratégia, como o Yoté, estão muito ligados às tradições. As táticas de jogo são verdadeiros segredos de família, passados de geração em geração; as crianças são iniciadas ao conhecimento do jogo quando estas se mostram aptas ao raciocínio estratégico. Entre alguns povos, este jogo é reservado exclusivamente aos homens, e às vezes, é usado para resolver conflitos entre eles. Outro motivo que faz o Yoté popular, principalmente no Senegal, é o fato de que os jogadores e os espectadores fazem apostas baseadas neste jogo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em muitos grupos infantis, as crianças costumam traçar o tabuleiro na areia, utilizando como peças pequenos cocos, sementes, pedras ou qualquer outro recurso facilmente conseguido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Classificado entre “os melhores jogos da infância” pelo Comitê Internacional da UNICEF, este jogo desenvolve muito a sagacidade e o sentido de observação. Com uma estrutura e regras totalmente baseados em estratégia, o Yoté incentiva o educando ao raciocínio, desde o posicionamento da primeira peça até a percepção de que se ganhou ou perdeu a partida. Vale ainda destacar a semelhança das regras do Yoté com o jogo de Damas, muito popular entre os brasileiros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Regras do Yoté&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;É um jogo de confronto estratégico para 2 jogadores.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Usa-se um tabuleiro de 30 casas com 24 peças, 12 de cada cor ou tonalidade.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Objetivo:&lt;/strong&gt; Capturar ou bloquear todas as peças do adversário.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Início da partida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cada jogador escolhe uma cor e coloca sua reserva de peças fora do tabuleiro.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os jogadores determinam quem começa.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cada jogador, na sua vez, pode colocar uma peça em uma casa vazia da sua escolha, ou mover uma peça já colocada no tabuleiro.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Movimentos:&lt;/strong&gt; As peças se movimentam de uma casa em direção a uma casa vazia ao lado, no sentido horizontal ou vertical, mas nunca na diagonal.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Captura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;A captura ocorre quando uma peça pula por cima da peça do adversário, como no jogo de Damas&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mCd1vIxPgY4/ShWHI8SAkHI/AAAAAAAAAeM/gCILNdAee9w/s1600-h/yote-tab-capt.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338321521007956082" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 155px; height: 200px;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mCd1vIxPgY4/ShWHI8SAkHI/AAAAAAAAAeM/gCILNdAee9w/s200/yote-tab-capt.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;. A peça que captura deve sair da casa adjacente à peça capturada e chegar, em linha reta, na outra casa adjacente que deve se encontrar vazia.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além de retirar a peça capturada, o jogador retira mais uma peça do adversário de sua livre escolha. Assim, para cada captura, o jogador exclui um total de duas peças do adversário.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;A captura não é obrigatória.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Caso um jogador sofra captura de uma peça e não possua outras sobre o tabuleiro, seu adversário não poderá reivindicar a outra peça a qual teria direito.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Captura múltipla&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um jogador pode capturar várias peças do adversário com a mesma peça, até que não haja mais condições de pular.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante a captura múltipla é obrigatório, depois de cada captura, retirar a segunda peça antes de prosseguir com outras capturas.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;É permitido retirar uma peça que lhe dê condição de continuar capturando outras peças.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Final do jogo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O jogo termina quando um dos jogadores ficar sem peças ou com as peças bloqueadas.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando os jogadores concordam que não há mais nenhuma captura possível, vence aquele que capturou mais peças.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se ambos os jogadores ficarem com 3 ou menos peças no tabuleiro, e não seja mais possível efetuar capturas, o jogo termina empatado.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Algumas informações e ilustrações foram retiradas do site da empresa &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ludensplanet.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Ludens Spirit&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;. Faça aqui o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://eduardo.historia.sites.uol.com.br/_edu_cacao/yote_pt.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;download &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;das regras ilustradas deste jogo em formato PDF. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;A postagem abaixo contém dicas sobre como aplicar este e outros jogos africanos em sala de aula.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;http://edu-cacao.blogspot.com/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-5514265051590987434?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/5514265051590987434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=5514265051590987434' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/5514265051590987434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/5514265051590987434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2009/05/jogos-africanos.html' title='Jogos africanos'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mCd1vIxPgY4/ShWG-54d-RI/AAAAAAAAAd8/u9L-M-Wt74E/s72-c/yote.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-2306330319362588531</id><published>2009-05-16T13:16:00.000-07:00</published><updated>2009-05-16T13:24:47.877-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Documentário'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pareceres pedagógicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maria da Conceição Carneiro Oliveira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Porta-Curtas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parlenda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infância'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mário Quintana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='respeito às diferenças'/><title type='text'>Filmes e Pareceres pedagógicos para e sobre o universo infantil</title><content type='html'>&lt;div class="post-body entry-content"&gt; &lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Há cerca de um ano produzi uma série de pareceres pedagógicos para alguns filmes e documentários do Porta Curtas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Assista os filmes e acesse os pareceres para obter sugestões de como fazer um bom uso didático deles em sala de aula:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0); font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A velha a fiar&lt;/span&gt;- clique aqui para acessar o &lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Parecer/%5B638%5D%20velhafiarconceicaooliveira.pdf"&gt;parecer pedagógico&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="360"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.portacurtas.com.br/embed/embed.swf?xml=1&amp;amp;Cod=1369&amp;amp;exib=7702"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.portacurtas.com.br/embed/embed.swf?xml=1&amp;amp;Cod=1369&amp;amp;exib=7702" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="360"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object style="color: rgb(102, 0, 0);" width="480" height="360"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.portacurtas.com.br/embed/embed.swf?xml=1&amp;amp;Cod=1369&amp;amp;exib=7702"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/object&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0); 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font-size: 100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;A Invenção da Infância&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;-&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 0, 0); font-size: 100%;"&gt;clique aqui para acessar o&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: 100%;"&gt; &lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Parecer/%5B840%5D%20invencaodainfanciaconceicaooliveira.pdf"&gt;parecer pedagógico&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="360"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.portacurtas.com.br/embed/embed.swf?xml=1&amp;amp;Cod=672&amp;amp;exib=7702"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.portacurtas.com.br/embed/embed.swf?xml=1&amp;amp;Cod=672&amp;amp;exib=7702" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="360"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Pequenos tormentos da vida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;- clique aqui para acessar o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt; 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Tudo é decifração. Ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depende de quem lê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Penso nisto nesta semana em que a cidade experimenta uma vez mais, e melhorado, o "Paixão de Ler", que Vânia Bonelli e Vera Mangas administram.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Tudo é leitura. Tudo é decifração. Ou não. Ou não, porque nem sempre deciframos os sinais à nossa frente. Ainda agora os jornais estão repetindo, a propósito das recentes eleições, "que é preciso entender o recado das urnas". Ou seja: as urnas falam, emitem mensagens. O sambista dizia que "as rosas não falam, as rosas apenas exalam o perfume que roubam de ti". Perfumes falam. E as urnas exalaram um cheiro estranho. O presidente diz que seu partido precisa tomar banho de "cheiro de povo". E enquanto repousava nesses feriados e tomava banho em nossas águas, ele tirou várias fotos com cheiro de povo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;Paixão de ler. Ler a paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Como ler a paixão se a paixão é quem nos lê? Sim, a paixão é quando nossos inconscientes pergaminhos sofrem um desletrado terremoto. Na paixão somos lidos à nossa revelia .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; O corpo é um texto. Há que saber interpretá-lo. Alguns corpos, no entanto, vêm em forma de hieróglifos, dificílimos. Ou, a incompetência é nossa, iletrados diante dele?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Quantas são as letras do alfabeto do corpo amado? Como soletrá-lo? Como sabê-lo na ponta da língua? Tem 24 letras? Quantas letras estranhas, estrangeiras nesse corpo? Como achar o ponto G na cartilha de um corpo? Quantas novas letras podem ser incorporadas nesta interminável e amorosa alfabetização? Movido pelo amor, pela paixão pode o corpo falar idiomas que antes desconhecia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; O médico até que se parece com o amante. Ele também lê o corpo. Vem daí a semiologia. Ciência da leitura dos sinais. Dos sintomas. Daí partiu Freud, para ler o interior, o invisível texto estampado no inconsciente. Então, os lacanianos todos se deliciaram jogando com as letras - a letra do corpo, o corpo da letra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Portanto, não é só quem lê um livro, que lê.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Um paisagista lê a vida de maneira florida e sombreada. Fazer um jardim é reler o mundo, reordenar o texto natural. A paisagem pode ter sotaque. Por isto se fala de um jardim italiano, de um jardim francês, de um jardim inglês. E quando os jardineiros barrocos instalavam assombrosas grutas e jorros d'água entre seus canteiros estavam saudando as elipses do mistério nos extremos que são a pedra e a água, o movimento e a eternidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; O urbanista e o arquiteto igualmente escrevem, melhor dito, inscrevem, um texto na prancheta da realidade. Traçados de avenidas podem ser absolutistas, militaristas, e o risco das ruas pode ser democrático dando expressividade às comunidades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Tudo é texto. Tudo é narração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Um desfile de carnaval, por exemplo. Por isto se fala de "samba enredo". Enredo além da história pátria referida. A disposição das alas, as fantasias, a bateria, a comissão de frente são formas narrativas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Uma partida de futebol é uma forma narrativa. Saber ler uma partida - este o mérito do locutor esportivo, na verdade, um leitor esportivo. Ele, como o técnico, vê coisas no texto em jogo, que só depois de lidas por ele, por nós são percebidas. Ler, então, é um jogo. Uma disputa, uma conquista de significados entre o texto e o leitor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Paulinho da Viola dizia: "As coisas estão no mundo eu é que preciso aprender". Um arqueólogo lê nas ruínas a história antiga. O astrônomo lê a epopéia das estrelas. Ora, direis, ouvir &amp;amp; ler estrelas. Que estórias sublimes, suculentas, na Via Láctea. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Não é só Scheherazade que conta estórias. Um espetáculo de dança é narração. Uma exposição de artes plásticas é narração. Tudo é narração. Até o quadro "Branco sobre o branco" de Malevich conta uma estória.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Aparentemente ler jornal é coisa simples. Não é. A forma como o jornal é feita, a diagramação, a escolha dos títulos, das fotos e ilustrações são já um discurso. E sobre isto se poderia aplicar o que Umberto Eco disse sobre o "Finnegans Wake" de James Joyce: "o primeiro discurso que uma obra faz o faz através da forma como é feita".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Estamos com vários problemas de leitura hoje. Construímos sofisticadíssimos aparelhos que sabem ler. Eles nos lêem. Nos lêem melhor que nós mesmos. E mais: nós é que não os sabemos ler. Isto se dá não apenas com os objetos eletrônicos em casa ou com os aparelhos capazes de dizer há quantos milhões de anos viveu certa bactéria. Situação paradoxal: não sabemos ler os aparelhos que nos lêem. Analfabetismo tecnológico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; A gente vive falando mal do analfabeto. Mas o analfabeto também lê o mundo. Às vezes, sabiamente. Em nossa arrogância o desclassificamos. Mas Levi-Strauss ousou dizer que algumas sociedades iletradas eram ética e esteticamente muito sofisticadas. E penso que analfabeto é apenas aquele que a sociedade letrada refugou. De resto, hoje na sociedade eletrônica, quem não é de algum modo analfabeto?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Vi na fazenda de um amigo aparelhos eletrônicos, que ao tirarem leite da vaca, são capazes de ler tudo sobre a qualidade do leite, da vaca, e até o pensamento de quem está assistindo a cena. Aparelhos sofisticadíssimos lêem o mundo e nos dão recados. A camada de ozônio está berrando um S.O.S , mas os chefes de governo, acovardados, tapam (economicamente) o ouvido. A natureza está dizendo que a água além de infecta, está acabando. Lemos a notícia e postergamos a tragédia para nossos netos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; É preciso ler, interpretar e fazer alguma coisa com a interpretação. Feiticeiros e profetas liam mensagens nas vísceras dos animais sacrificados e paredes dos palácios. Cartomantes lêem no baralho, copo d'água, búzios. Tudo é leitura. Tudo é decifração. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Ler é uma forma de escrever com mão alheia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Minha vida daria um romance? Daria, se bem contado. Mas bem escrevê-lo são artes da narração. Mas só escreve bem, quem ao escrever sobre si mesmo, lê o mundo também. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; ************************&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; LEITURA DO CRIME: disse o general Cardoso: "Crime está mais organizado que nós". A frase é verdadeira, mas com o enfoque invertido. A desorganização social e econômica é que organiza o crime.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-1061321560171670098?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/1061321560171670098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=1061321560171670098' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/1061321560171670098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/1061321560171670098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2009/03/ler-o-mundo.html' title='Ler o Mundo'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-3362005821887446355</id><published>2008-07-09T15:37:00.001-07:00</published><updated>2009-03-02T15:24:19.715-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criança e consumo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='valores'/><title type='text'>Criança e Consumo: Sapatos de pano contra o vazio de afetos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="olho"&gt;Como na antiga lenda, vieram as pomposas estratégias do marketing, em suas carruagens douradas de sedução, propondo-se a oferecer às crianças um mundo de maravilhas e tratando de atirar ao fogo as criações. Mas atenção: há meios de construir outra infância&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="autor"&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Maria-Helena-Masquetti_"&gt;Maria Helena Masquetti&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;small&gt;(29/06/2008)&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Ao olhar uns sapatos em uma vitrine, veio-me à mente uma antiga lenda. Embora a tenha escutado em diferentes versões desde a infância, uma delas me incita a reconstruí-la voltada para esta sensação de vazio da qual cada vez mais pessoas se queixam.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Aurora era uma menina pobre que não tinha sapatos. Criada pela avó, não demorou muitos anos para que se visse completamente sozinha no mundo. Arqueada pelo peso do tempo, a velha senhora se foi, não antes de transmitir à neta tudo quanto sabia sobre seu ofício de costurar. Para não sobrecarregar a menina com o peso das responsabilidades adultas, a sábia senhora começou por ensinar a pequena a confeccionar sapatinhos para as nove bonecas que lhe fizera, uma para cada aniversário. Na perspectiva da arte, uma mais linda que a outra. Na perspectiva do afeto, presentes que não tinham preço. Por ser ainda criança para trabalhar, em troca da proteção que recebia de todos, Aurora encantava a aldeia com sua radiante alegria. Com o tempo, seus pés, inchados de tanto brincar e dançar, reclamaram melhores cuidados. Por não ter onde conseguir sapatos, abriu seu baú de idéias e eles estavam lá. Aurora confeccionou a mão, recordando a arte da avó, um par de sapatos de pano. Os retalhos jazidos nos cestos da velha costureira renasceram em uma combinação singular de detalhes, cores e flores, dando ao saltitar de Aurora um toque de fantasia.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Certa tarde, porém, chegou em uma carruagem dourada uma velha e rica senhora. Adotada pela idosa, Aurora não estava mais só. Cercando-a de todo o conforto, a primeira coisa que a mulher execrou foram os sapatinhos de pano, atirando-os logo ao fogo. Depois de muito chorar pela perda, Aurora, enfim, consolou-se. Levando-a a uma loja moderna, a idosa permitiu que a menina escolhesse o mais luxuoso sapato. Havia um magnífico, vermelho, todo em verniz reluzente. Extasiada, Aurora calçou os sapatos e logo se pôs a dançar. E saiu pelas ruas dançando em ritmo acelerado. Porém, quando quis descansar, percebeu que não era por sua vontade própria que dançava, mas sim pela determinação dos sapatos vermelhos. E foi assim que, com os sapatos fundidos aos pés, seguiu dançando noite e dia, exaurindo suas últimas forças naquela coreografia de morte. Para não me alongar na história, Aurora recorreu a um carrasco, habitante de uma floresta lá perto, pedindo-lhe que decepasse seus pés. E foi o que o homem fez, salvando-lhe a vida enquanto os pés nos sapatos saíram dançando mundo afora com vistas a nunca parar.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Concordo que a lenda seja aterrorizante. Foi o que senti quando criança, razão pela qual tratei logo de imaginar um final mais promissor para Aurora, um que talvez faça sentido hoje com a questão do consumo na infância. Assediadas por tantos brinquedos e produtos sofisticados, fora o bombardeio de anúncios chamando sua atenção, nossas crianças parecem não saber mais como brincar de verdade. O tempo que levavam antes criando seus próprios brinquedos de “pano”, levam agora seguindo as instruções impressas nas embalagens e tentando encaixar as pilhas no carrinho eletrônico ou na boneca falante de frases repetitivas. Como os sapatinhos vermelhos de verniz, os brinquedos ultra-equipados já vêm brincando sozinhos. Antes desses avanços, pelo som do “brrumm” que as crianças emitiam, forjando o ronco do motor, e pelo combustível da inventividade que injetavam na brincadeira, o carrinho feito a mão pelo avô largava em alta velocidade. Pulando barreiras, subindo montanhas, atravessando rios e até voando sobre as cidades, era literalmente o veículo que as levava ao futuro. Mas vieram as pomposas estratégias do marketing, em suas carruagens douradas de sedução, propondo-se a oferecer às crianças um mundo de maravilhas e tratando de atirar ao fogo as criações infantis.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Pouco a pouco, sem perceber, os pais deixam que os filhos embarquem na carruagem furada da ânsia de consumir&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Tal como Aurora, as crianças não têm maturidade mental e nem física para acreditar em si mesmas e para entender que a verdadeira identidade está no gesto espontâneo e na contribuição única de cada um. Acreditando naquilo que ouvem e vêem, elas se tornam presas fáceis da ganância comercial. E não é bom que os pequenos desconfiem das manobras mercadológicas. Saber disso antes do tempo compromete a beleza de sua inocência, embotando-lhes a imaginação na qual a produção de brinquedos é uma história sem fim. Porém, não sabendo mais sobreviver sem TV, sem shoppings, sem marcas e sem brinquedos dos quais logo mais vão se enjoar, cada vez mais crianças se deixam levar nessa dança do “quero isso e aquilo também”, que os pais já não sabem como deter. Pouco a pouco, e sem perceber, perdem a certeza de dizer “não” aos desmandos mercadológicos, acreditando que o melhor para os filhos é deixar que embarquem na carruagem furada da ânsia de consumir. Se aos pais é tão difícil resistir ao assédio de tantas mensagens envernizadas de afeto, quanto mais para as crianças. Se não forem protegidas a tempo, um dia, quando elas tentarem voltar ao que eram e procurarem as saídas que tinham dentro de si, as portas poderão estar fechadas, e o carrasco da dependência terá decepado sem dó as bases de sua autonomia.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Talvez por este prognóstico assustador, criei um final mais feliz para a lenda. Depois que o carrasco amputou os pés de Aurora, ela saiu rastejando de volta à aldeia onde todos a acolheram curando suas feridas. Não podendo mais retribuir os cuidados com sua alegria de antes, retomou o baú de retalhos que herdara da avó e pôs-se a confeccionar sapatinhos para as outras crianças vizinhas. Certa tarde, porém, sentindo a falta de quem ela era e de seus sapatinhos de pano, atreveu-se a calçar nos cotos doídos um modelo que havia acabado de confeccionar. Sentiu um conforto tão grande que manteve os sapatinhos ali a aquecer-lhe as bases ceifadas, adormecendo de tanto chorar.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Ao raiar da manhã seguinte, gritou o quanto pôde até se convencer de não estar ainda sonhando: seus pés haviam brotado de novo, sob medida para o sapato de pano. E a menina voltou a brincar e dançar, recuperando a espontaneidade e o modo genuino de ser. Pena não termos mais a ingenuidade criança de atribuir à fantasia um caráter de realidade para crermos, ao pé da letra, num final tão feliz assim. Em compensação, temos, na consciência adulta, razões para crer que a recuperação da auto-estima é possível. Neste caso, a magia é o amor e a confiança dos pais e responsáveis naquilo que sabem e podem fazer para preencher nos filhos o vazio causado pela compulsão consumista. Que abrindo o baú das lembranças, eles juntem os retalhos de sabedoria legados pelos mais velhos, relançando a moda de acreditar no ser em lugar da preocupação com o ter. Que resistindo ao chamariz das vitrines, fujam com suas crianças para as bibliotecas, para os jardins e praças ou para o porto seguro das conversas em volta da mesa, recuperando o papel protetor e abrindo espaço para brilhar uma aurora de paz e esperança na vida de nossas crianças.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Mais:&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Maria Helena Masquetti assina, no Caderno Brasil, a coluna &lt;i class="spip"&gt;Consumo &amp;amp; Direitos&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-3362005821887446355?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/3362005821887446355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=3362005821887446355' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/3362005821887446355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/3362005821887446355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2008/07/criana-e-consumo.html' title='Criança e Consumo: Sapatos de pano contra o vazio de afetos'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-2318797576761821515</id><published>2008-06-25T16:49:00.001-07:00</published><updated>2008-06-25T16:49:59.847-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alfabetização cartográfica'/><title type='text'>A importância da alfabetização cartográfica</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/adRBD8xxuEQ&amp;hl=pt-br"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/adRBD8xxuEQ&amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-2318797576761821515?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/2318797576761821515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=2318797576761821515' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/2318797576761821515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/2318797576761821515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2008/06/importncia-da-alfabetizao-cartogrfica.html' title='A importância da alfabetização cartográfica'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-43364684512136204</id><published>2008-05-17T05:54:00.000-07:00</published><updated>2008-05-17T06:11:40.673-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='culinária afro; volume 2º ano Ler o mundo; Rio Vermelho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dinha do acarajé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Salvador'/><title type='text'>Brasil perde um dos maiores símbolos da culinária afro-baiana</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/SC7XNV3u6II/AAAAAAAAAHo/yeSbVSOynHw/s1600-h/dinha1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/SC7XNV3u6II/AAAAAAAAAHo/yeSbVSOynHw/s400/dinha1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201331243868678274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem nunca ouviu falar em Dinha do Acarajé? Quem já visitou a cidade de Salvador, na Bahia, sabe que um dos pontos turísticos de parada obrigatória é seu restaurante localizado no Largo de Santana, no bairro Rio Vermelho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Umas das principais atrações da Bahia, com os acarajés e abarás mais famosos do Brasil, Lindinalva de Assis, a Dinha, faleceu na madrugada desta sexta-feira, aos 56 anos. Perto de completar mais um ano de vida, no próximo dia 20, Dinha estava internada há seis dias com dispnéia e virose, mas ontem, com uma nova crise, teve uma parada cardíaca. Dinha sofria de diabete e hipertensão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os encontros de fim de tarde no Largo de Santana perderam um pouco do agito, mas não o encanto de quem fez da vida uma história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O velório e enterro acontecem no Cemitério Jardim da Saudade. O sepultamento acontece hoje, às 16h30. Deixa três filhos: Cláudia, 38; Edvaldo, 37; e Elaine, 26.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;História da Dinha&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/SC7XgF3u6JI/AAAAAAAAAHw/41paofjtm0M/s1600-h/dinha2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/SC7XgF3u6JI/AAAAAAAAAHw/41paofjtm0M/s400/dinha2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201331565991225490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Homenageada e cantada em prosa e verso, essa baiana demonstrou força, coragem e superação desde menina.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Nascida em 20 de maio de 1951, batizada como Lindinalva de Assis, Dinha perdeu sua mãe, Rute de Assis, e também quituteira, ainda aos quatro anos. Foi então, criada por sua avó Ubaldina, pioneira na arte do acarajé.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Ubaldina iniciou a venda de acarajé em 1944, colocando um tabuleiro de baiana em frente à entrada da Igreja-Matriz, no Largo de Santana, local de agito e de destaque do Rio Vermelho.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Após a morte da sua mãe, Rute, que havia sucedido a avó Ubaldina no tabuleiro, Dinha, ainda aos 10 anos, percebendo que o sustento da família estava comprometido com a ausência das vendas dos acarajés, decidiu assumir o ponto de quitutes da mãe, tornando-se referência para a família e sociedade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify;" align="left"&gt; &lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Ao longo dos anos, consolidou a competência e qualidade do seu trabalho ficando conhecida em toda a Bahia. Mas não foi só isso. Por seu tabuleiro já passaram Chico Buarque, Dercy Gonçalves, Chacrinha, Ayrton Senna, além de fiéis clientes, como Jorge Amado, Zélia Gattai, Dorival Caymmi, Moraes Moreira e outros de uma imensa lista. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Arial;" &gt;Já esteve também na Argentina, Paraguai, Portugal, Espanha, Itália, Suíça, França e Mônaco. Neste último, até o príncipe Rainier conheceu o seu tabuleiro e suas filhas, as princesas do Mônaco, adoraram os acarajés.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" align="left"&gt; &lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Na continuidade da tradição de família, a filha Cláudia, que há algum tempo já estava substituindo a mãe, deve agora seguir assumir de vez a &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Arial;" &gt;Casa da Dinha, inaugurada em 1999, o quartel-general, onde concentrou todas as atividades culinárias. Trata-se de um restaurante especializado em pratos típicos, com temperos e condimentos exclusivos da Dinha, herdados do receituário da avó Ubaldina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);" align="left"&gt; &lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;E assim, a família Assis prosseguirá, passando de geração a geração uma arte e um exemplo de mulher, de símbolo, de baiana, de guerreira.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Marcus Bennett - ACS/FCP  "Brasil perde um dos maiores símbolos da culinária afro-baiana" &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(16/05/2008 - 11:29)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-43364684512136204?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/43364684512136204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=43364684512136204' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/43364684512136204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/43364684512136204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2008/05/brasil-perde-um-dos-maiores-smbolos-da.html' title='Brasil perde um dos maiores símbolos da culinária afro-baiana'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/SC7XNV3u6II/AAAAAAAAAHo/yeSbVSOynHw/s72-c/dinha1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-2902248257541527725</id><published>2008-05-14T03:44:00.000-07:00</published><updated>2009-05-16T15:23:16.303-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maria da Conceição Carneiro Oliveira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coleção Ler o Mundo História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='editora Scipione'/><title type='text'>CONCEIÇÃO OLIVEIRA, autora da coleção LER O MUNDO- HISTÓRIA</title><content type='html'>&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0);" class="post-body entry-content"&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_q7gAJm5rgEs/SEgbqKyOEoI/AAAAAAAAAjk/VZgHfub7x50/s1600-h/corteauto.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_q7gAJm5rgEs/SEgbqKyOEoI/AAAAAAAAAjk/VZgHfub7x50/s200/corteauto.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208443380317426306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Maria da Conceição Carneiro Oliveira,&lt;/strong&gt; autora da coleção&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;LER O MUNDO- HISTÓRIA&lt;/em&gt;, editora Scipione é também a responsável pela manutenção do conteúdo do blog LER O MUNDO- HISTÓRIA.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;E-mail: maria.c.car.oliveira&lt;span style="font-size:85%;"&gt;@gmail.com&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Formação:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Pós-Graduação (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;lato sensu&lt;/span&gt;): IFCH- História Social- UNICAMP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Bacharelado: História - FFLCH- USP;&lt;br /&gt;Licenciatura: Faculdade de Educação- USP;&lt;br /&gt;Graduanda: Pedagogia - Faculdade de Educação- USP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Experiência na área de Educação:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Vinte e cinco anos de magistério (Ensino Fundamental; Médio e Formação de professores); revisora e examinadora de provas e bancas de vestibulares de duas importantes universidades paulistas (pública e privada);&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Experiência na área de Cultura:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Divisão de Iconografia e Museus do DPH- Prefeitura de São Paulo (1990-1992).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assessoria:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;SECAD/MEC/UNESCO (área de educação para as relações étnico-raciais) (2005-2006).&lt;br /&gt;TV-Brasil/Baboon Filmes (consultoria e produção para a série Revista África)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Produção Didática:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Cadernos Eletrônicos&lt;/em&gt; (10 vol.). CIDEC/ Escola do Futuro/USP, Gov. do Estado de São Paulo; Imprensa Oficial, 2003/2004.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pensar e Construir História&lt;/em&gt;. (1ª a 4ª séries), Ed. Scipione; 2004; (Guia PNLD-2004).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pensar e Construir Geografia&lt;/em&gt;. (1ª a 4ª séries), Ed. Scipione, 2004; (Guia PNLD-2004).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;História- Paratodos&lt;/em&gt;. (1ª a 4ª séries), Ed. Scipione (Prêmio JABUTI 2005); (Guia PNLD-2007).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;História em Projetos&lt;/em&gt;. (5ª a 8ª séries), Ed. Ática, 2007. (Guia PNLD-2008) Melhor avaliação entre as aprovadas e Prêmio JABUTI 2008.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/"&gt;Projeto Porta Curtas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/vercurriculo.asp?id=133047"&gt;Perfil da autora Conceição Oliveira no projeto Porta Curtas&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pareceres pedagógicos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A velha a fiar&lt;/span&gt;- &lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=1369"&gt;(vídeo)&lt;/a&gt;   &lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Parecer/%5B638%5D%20velhafiarconceicaooliveira.pdf"&gt;(parecer pedagógico)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cartas a mãe&lt;/span&gt;- &lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=1554"&gt;(vídeo)&lt;/a&gt;   &lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Parecer/%5B630%5D%20cartasmaeconceicaooliveira.pdf"&gt;(parecer pedagógico)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cachorro Louco&lt;/span&gt;- &lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=1783#"&gt;(vídeo)&lt;/a&gt;  &lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Parecer/%5B799%5D%20cachorrolouco_conceicaooliveira.rtf"&gt;(parecer pedagógico)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Criaturas que nasciam em segredo&lt;/span&gt;- &lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=346"&gt;(vídeo)&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Parecer/%5B790%5D%20criaturasquenasciamemsegredoconceicaooliveira.pdf"&gt;(parecer pedagógico)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Metamorfose- &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=1660#"&gt;(vídeo)&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Parecer/%5B688%5D%20metamorfose_conceicaooliveira.rtf"&gt;parecer pedagógico&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;Rua da Escadinha 162&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- &lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=1548"&gt;(vídeo)&lt;/a&gt;  &lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Parecer/%5B691%5D%20ruadaescadinha_conceicaooliveira.rtf"&gt;(parecer pedagógico)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;A Invenção da Infância&lt;/span&gt;- &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=672"&gt;(vídeo)&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/Parecer/%5B840%5D%20invencaodainfanciaconceicaooliveira.pdf"&gt;(parecer pedagógico)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pequenos tormentos da vida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://portacurtas.com.br/curtanaescola/Filme.asp?Cod=5099&amp;amp;exib=5513"&gt;(vídeo)&lt;/a&gt; &lt;a href="http://portacurtas.com.br/curtanaescola/parecerfilme.asp?Cod=5099#"&gt;(parecer pedagógico)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PRÊMIOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://www.cbl.org.br/jabuti/telas/edicoes-anteriores/premio-2005.aspx"&gt;Prêmio Jabuti 2005 na categoria Didático e Paradidático Ensino Fundamental e Médio* pela coleção Paratodos-História, Editora Scipione&lt;/a&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cbl.org.br/jabuti/telas/edicoes-anteriores/premio-2008.aspx"&gt;Prêmio Jabuti 2008 na categoria Didático e Paradidático Ensino Fundamental e Médio pela coleção História em Projetos, Editora Ática.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="CampoNome2"&gt;*Obras destinadas ao ensino de qualquer disciplina do currículo escolar, publicadas em primeira edição, não sendo aceitas edições revistas ou atualizadas. São considerados como:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="CampoNome2"&gt;  a) didático: obra essencialmente pedagógica;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="CampoNome2"&gt;  b) paradidático: obra não-pedagógica utilizada para esse fim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="margin-right: -7pt;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Book;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/Escher2.htm"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-2902248257541527725?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/2902248257541527725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=2902248257541527725' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/2902248257541527725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/2902248257541527725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2008/05/conceicao-oliveira-autora-da-colecao.html' title='CONCEIÇÃO OLIVEIRA, autora da coleção LER O MUNDO- HISTÓRIA'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_q7gAJm5rgEs/SEgbqKyOEoI/AAAAAAAAAjk/VZgHfub7x50/s72-c/corteauto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-5206635312457842528</id><published>2008-05-14T03:25:00.001-07:00</published><updated>2008-05-14T03:35:38.490-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca comunitária do Calabar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ler o mundo História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='unidade 1'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Capítulo 3'/><title type='text'>Conhecendo a biblioteca popular do bairro do Calabar, Salvador, Ba</title><content type='html'>Vídeo produzido durante a reforma da &lt;span&gt;biblioteca do Calabar, Salvador, Bahia. O vídeo retrata a despedida de jovens canadenses que fizeram intercâmbio para conhecer a comunidade do Calabalar e contribuíram na reforma da biblioteca.&lt;br /&gt;Calabar, Salvador, Bahia, novembro de 2007.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iBPy6J6rILE&amp;amp;hl=pt-br"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/iBPy6J6rILE&amp;amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.muraldebugarin.com/node/468"&gt;Aqui&lt;/a&gt; um belo relato do advogado Valci Barreto sobre sua visita a esta biblioteca comunitária&lt;br /&gt;&lt;a href="http://iurirubim.blog.terra.com.br/ba_biblioteca_comunitaria_tem_servico_de"&gt;Aqui&lt;/a&gt; Iuri Rubim fala dos serviços desta biblioteca&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-5206635312457842528?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/5206635312457842528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=5206635312457842528' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/5206635312457842528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/5206635312457842528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2008/05/conhecendo-biblioteca-popular-do-bairro.html' title='Conhecendo a biblioteca popular do bairro do Calabar, Salvador, Ba'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-4221840637054221273</id><published>2008-05-14T03:04:00.000-07:00</published><updated>2008-05-14T03:17:55.084-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brincadeiras e jogos com nomes'/><title type='text'>jogos e brincadeiras com nomes</title><content type='html'>&lt;p&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);font-size:130%;" &gt;Jogos e brincadeiras com nomes e alfabeto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Jogo da caixa com nomes&lt;br /&gt;Material: fichas com os nomes das crianças e três caixas de sapato.&lt;br /&gt;Finalidade: Terminar primeiro os nomes da caixa.&lt;br /&gt;Números de participantes: Total de alunos divididos em três grupos.&lt;br /&gt;Regras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Organizar as crianças em três filas e deixar uma caixa na frente de cada fila.&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Cada caixa deverá conter os nomes das crianças daquela fila.&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Dado um sinal, na ordem da fila, cada criança procura seu nome na caixa e, encontrá-lo, corre para o final da fila permitindo que o seguinte prossiga o jogo.&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Ganha a competição o grupo que terminar primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variação: Encontrar na caixa o nome do colega que está atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://casadadaniela.files.wordpress.com/2007/07/patricia.jpg"&gt;&lt;img src="http://casadadaniela.files.wordpress.com/2007/07/patricia.jpg?w=371&amp;amp;h=107" border="0" height="107" width="371" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Atravessando o rio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material: desenhar no chão a paisagem de um rio. Confeccionar fichas em forma de pedras com os nomes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalidade: atravessar o rio lendo todos os nomes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Número de participantes: toda turma dividida em dois grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regras:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://casadadaniela.files.wordpress.com/2007/07/monicanatacha.jpg"&gt;&lt;img src="http://casadadaniela.files.wordpress.com/2007/07/monicanatacha.jpg?w=384&amp;amp;h=52" border="0" height="52" width="384" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Convidar um aluno de cada grupo para atravessar o rio sem cair.&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Os alunos deverão atravessar o rio lendo os nomes que estão escritos nas pedras.&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Os outros componentes do grupo poderão ajudar quando houver dificuldade.&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Aquele que errar, cai no rio e se afoga, perdendo ponto o seu grupo.&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     O aluno que pular todas as pedras, sem cair, ganha ponto para o seu grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variação: A professora dita os nomes e os alunos escrevem nas pedras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Caracol do Alfabeto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material: Desenho no chão de um caracol bem grande com todas as letras do alfabeto. Confeccionar um dado grande com caixa de papelão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalidade: Chegar primeiro no final do caracol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Número de participantes: todos os alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regras:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://casadadaniela.files.wordpress.com/2007/07/maria-clara.jpg"&gt;&lt;img src="http://casadadaniela.files.wordpress.com/2007/07/maria-clara.jpg?w=403&amp;amp;h=71" border="0" height="71" width="403" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Fazer uma fila na entrada do caracol.&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     O primeiro da fila lança o dado e anda a quantidade correspondente ao número do dado.&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     A professora faz perguntas para toda turma: Que letra é essa? Tem algum aluno na nossa turma que começa com essa letra? Quem? Que outras coisas também começam com essa letra?&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Repetir o procedimento com todos.&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Vence o jogo quem chegar primeiro no final do caracol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variação: Cada aluno procura a casinha com a primeira letra do seu nome e se coloca dentro dela. Fazer perguntas do tipo: Em qual casinha do caracol está o Bruno? Qual casinha vem antes da casinha da Lidiane? Por quais casinhas a Eliane precisa passar para chegar na casinha da Jaiane?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Caixinhas com nomes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material: Caixinhas de fósforos encapadas com a foto dos alunos coladas em cima, e dentro as letras que formam o nome daquele aluno. Papel ofício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalidade: Formar e fazer análise grafofônica dos nomes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.qdivertido.com.br/bingo.gif" alt="Brincadeiras: Bingo do nome." /&gt;&lt;/p&gt; Números de participantes: alunos divididos em grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Cada grupo escolhe as caixinhas que preferem.&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Formar os nomes dos colegas com as letras que estão dentro da caixinha.&lt;br /&gt;   *&lt;br /&gt;     Depois registrar no papel o nome formado, a primeira letra, a quantidade de letras que foi preciso para formar o nome e a quantidade de vezes que abrem a boca para falar aquele nome.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Sugestões da professora da rede estadual do Rio de Janeiro, &lt;a href="http://tialucimar.blogspot.com/"&gt;Lucimar Britto&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**************&lt;br /&gt;&lt;p&gt;BINGO DE NOMES&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Materiais: papeis, cartolina, caixa e caneta.&lt;br /&gt; Escreva na cartolina as  &lt;a href="http://www.qdivertido.com.br/verbrincadeira.php?codigo=37#" onclick="hwClick19792138700899(-163761027);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(58, 167, 255); text-decoration: underline;" onmouseover="hw19792138700899(event, this, '-163761027'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;letras&lt;/a&gt; do alfabeto, recorte e coloque  na caixa.&lt;br /&gt;Entregue um pedaço de papel a cada aluno e peça para que cada  um coloque seu nome.&lt;br /&gt;Chamar as letras e começar a brincadeira.&lt;br /&gt;Marcar as letras sorteadas que tiver na  sua cartela.&lt;br /&gt;Ganha o aluno que marcar as letras sorteadas primeiro.&lt;br /&gt;Através da dinâmica o aluno compreende as letras do alfabeto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Veja mais sugestões &lt;a href="http://www.qdivertido.com.br/vamosbrincar.php"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-4221840637054221273?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/4221840637054221273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=4221840637054221273' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/4221840637054221273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/4221840637054221273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2008/05/jogos-e-brincadeiras-com-nomes.html' title='jogos e brincadeiras com nomes'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-8996903923327273436</id><published>2008-05-04T19:18:00.000-07:00</published><updated>2008-05-04T19:35:23.215-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conservação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plásticos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='meio ambiente'/><title type='text'>Plásticos: reciclagem</title><content type='html'>&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-87a7e1c71748c07e" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" 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href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/8996903923327273436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=8996903923327273436' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/8996903923327273436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/8996903923327273436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2008/05/plsticos-reciclagem.html' title='Plásticos: reciclagem'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-4957458864247968195</id><published>2008-05-02T12:53:00.001-07:00</published><updated>2008-05-02T13:08:23.967-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='acordo ortográfico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='língua portuguesa'/><title type='text'>Sobre o novo acordo ortográfico</title><content type='html'>&lt;div class="ltitulo2"&gt;      &lt;div style="font-size: 100%;" id="titulochamada0"&gt;       &lt;h3&gt;&lt;a href="http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=15754"&gt;        Reforma ortográfica não é consenso entre especialistas&lt;/a&gt;       &lt;/h3&gt;      &lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;     &lt;div class="lolho"&gt;      &lt;div style="font-size: 100%;" id="subtitulo"&gt;       &lt;strong&gt;Há divergências entre necessidade de mudança, prazos e conseqüências&lt;/strong&gt;      &lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;     &lt;div style="font-size: 100%;" id="creditoespecial"&gt;      &lt;p&gt;       Publicado em       &lt;strong&gt;10/04/2008&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;13:00&lt;/strong&gt;      &lt;/p&gt;     &lt;/div&gt;                     &lt;img src="http://www.universia.com.br/materia/img/email.gif" /&gt; &lt;a href="mailto:noticias@universia.com.br"&gt;Por Lilian Burgardt&lt;/a&gt;   &lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;"Dê-me um cigarro&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Diz a gramática&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Do professor e do aluno&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;E do mulato sabido&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Mas o bom negro e o bom branco&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Da Nação Brasileira&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Dizem todos os dias&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Deixa disso camarada&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Me dá um cigarro." &lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;em&gt;(Pronominais - Oswald de Andrade) &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt; &lt;table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="230"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td colspan="3"&gt;&lt;img src="http://www1.universia.com.br/materia/img/ilustra/2008/abr/gramatica/b_01.jpg" height="120" width="230" /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td background="http://www1.universia.com.br/materia/img/ilustra/2008/abr/gramatica/b_02.jpg" width="24"&gt;&lt;img src="http://www1.universia.com.br/materia/img/ilustra/2008/abr/gramatica/b_02.jpg" height="10" width="24" /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td class="texto" bgcolor="#f5f5f5" width="175"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Logo depois da independência do Brasil, os escritores diziam que não bastava que houvesse uma independência política de Portugal, era preciso também estabelecer uma independência cultural. Por isso, o Brasil nunca reconheceu a autoridade lingüística de Portugal. As divergências ortográficas foram ocorrendo e, desde 1924, procura-se uma ortografia comum. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Em 1945, chega-se a um acordo de unificação, que se tornou lei em Portugal no mesmo ano. No entanto, como o Parlamento Brasileiro não o ratificou, a ortografia brasileira continua a ser regida pelas disposições de 1943.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já no início do século XX, escritores modernistas criticavam nossa língua portuguesa. As divergências cresciam sobre como falavam e escreviam os brasileiros e a discrepância da língua falada por um povo colonizado por portugueses, mas que com o passar dos anos desenvolveu um idioma próprio. O tempo e as divergências culturais dos povos só aumentaram as diferenças entre a nossa língua e a tradicional língua portuguesa. Extraiu-se a letra C de "objectos" e as tremas da "saüdade", por exemplo. Sem que, para o nosso povo, elas fizessem tanta falta assim. &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para especialistas, as línguas portuguesas (Português Brasil e Português Portugal) são gêmeas não idênticas que dificultam a difusão internacional do idioma. Os documentos dos organismos internacionais que adotam o português como língua oficial precisam ser duplicados, pois devem ser publicados numa e noutra ortografia. A certificação de proficiência de língua portuguesa não pode ser unificada. Os materiais didáticos e os instrumentos lingüísticos, como dicionários e gramáticas, produzidos numa ortografia não servem para países que adotam a outra e assim sucessivamente. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Esses motivos levaram Brasil e Portugal, em 1990, a propor um &lt;a href="http://www.ipol.org.br/ler.php?cod=130" target="_blank"&gt;&lt;u&gt;acordo de unificação ortográfica&lt;/u&gt;&lt;/a&gt; que até hoje, porém, não pôde ser cumprido em virtude das divergências dos dois países em relação aos itens propostos. Para Portugal, o Brasil sugere um modelo que descaracteriza a língua portuguesa, já que a maior parte das regras a serem adotadas após a reforma parte do idioma utilizado pelos brasileiros. Para o Brasil, Portugal adota uma postura inflexível em virtude das pressões de nacionalistas que querem polemizar o acordo ao alegar que o Brasil teria interesse político por trás da reforma, quando pensam em enriquecimento da cultura por meio de uma ampla difusão do idioma. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Legalmente, todas as mudanças que buscam unificar o registro escrito nos oito países que falam português - Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal - já poderiam estar em vigor. Isso porque o que foi firmado internacionalmente é que, se três países assinassem o acordo, ele poderia entrar em vigor. A medida já foi ratificada por Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, o último, em dezembro de 2006. O Brasil foi o primeiro a ratificar o acordo, em 2004. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No último dia 26 de março, a COLIP (Comissão de Língua Portuguesa) - órgão ligado ao MEC (Ministério da Educação) que responde pela unificação da ortografia da língua no país - decidiu que já esperou o bastante pela resposta de Portugal e enviou uma proposta ao governo para que a reforma ortográfica entre em vigor em 1º de janeiro de 2009. O período de transição entre a norma lingüística atual e a nova seria de três anos. A medida precisa ainda passar por avaliação dos ministros da Educação, da Cultura e das Relações Exteriores para seguir para sanção presidencial. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É verdade, porém, que mesmo em território nacional, especialistas em lingüística e membros da própria COLIP divergem em relação aos termos em que a mudança é apresentada. Discute-se a real necessidade da unificação da ortografia da língua mediante à recusa de Portugal e, também, em decorrência das conseqüências econômicas e educacionais para o país, visto que seria necessário dispor de grandes recursos para reeditar o material didático distribuído nas escolas, além de gerenciar o ônus de reeducar os jovens recém-alfabetizados sob as antigas regras. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na opinião do especialista em lexicografia e membro da ABL (Academia Brasileira de Letras), Evanildo Bechara, a reforma ortográfica propõe uma unificação da ortografia da língua portuguesa que servirá não só para facilitar a tradução de documentos oficiais, como também de incluir o idioma em um cenário mais amplo em âmbito internacional. Hoje, segundo dados da CPLP (Comissão dos Países de Língua Portuguesa), o Português é a 6ª língua mais falada no mundo. "Com a unificação, ela poderia atingir patamares ainda mais altos. Além disso, facilitaria o intercâmbio cultural entre os países de origem lusófona e o interesse da comunidade internacional por nosso idioma. Isso valorizaria a língua portuguesa como idioma de uma cultura superior", acredita Bechara.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;O especialista defende ainda que a unificação da escrita da língua portuguesa é um importante passo em termos de difusão de obras literárias produzidas nos países lusófonos. "A unificação significaria uma economia na edição de livros, pois não seria mais necessário editar uma versão para cada idioma. Além disso, a medida serviria de estímulo para que os países da comunidade se interessassem pela literatura alheia, mais acessível e de fácil compreensão se escritas em um idioma único", aposta ele. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;No último dia 5 de abril, em comunicado divulgado pela agência lusa, porém, a APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros de Portugal) condenou o novo acordo ortográfico entre os países de língua portuguesa. "Ainda não é tarde demais - assinala - para se evitar uma catástrofe, pois, certamente, o acordo ortográfico não serve a Portugal". Na opinião da associação, "ao contrário do que é dito pelos defensores do acordo ortográfico, não se considera a aproximação das diversas variantes do Português, mas sim a consagração das diferenças naquilo que é fundamental - a sintaxe, a semântica e o vocabulário -, com clara vantagem para a variante do Brasil".&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao tomar como referência as obras analisadas, editadas no Brasil e em Portugal, o estudo refere que, "identificadas as alterações, os aspectos facultativos e os casos de dupla grafia, torna-se gritante a manutenção das diferenças frasais e vocabulares e a ordem dos elementos entre as variantes do Português de Portugal e do Brasil, situações estas a que o acordo ortográfico não responde". Ainda, ao terminar o manifesto, a APEL apontou que Portugal perderá parte da sua identidade, pois o meio internacional reconhecerá apenas o Português como o português do Brasil. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Bechara acredita que a negativa lusitana decorre da pressão de nacionalistas que tentam atribuir ao Brasil o desejo de se sobressair a Portugal em relação às novas regras ortográficas. "Tem muita gente desavisada dizendo que o Brasil quer ser a primeira voz a comandar o destino da língua portuguesa. Isso não passa pela cabeça de ninguém, até porque, uma língua não se faz pelo número de falantes, mas pelo seu nível cultural. Há muita gente que pensa que Portugal ceder ao Brasil significaria ceder prestígio internacional, já que seria um demérito para os portugueses escrever da mesma forma que os brasileiros, quando na verdade isso só enriqueceria a cultura da língua. Não há demérito para nenhum canadense escrever o francês como escreve um parisiense e vice-versa. Isso significa que a língua tem unidade cultural. Por essa razão creio que as críticas à unificação são vazias e pautadas no preconceito", declara ele.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, Bechara acredita que as vantagens creditadas à proposta de unificação da língua portuguesa só têm validade na medida em que todos os países da comunidade assinem o acordo, o que inclui Portugal. Membro da COLIP (Comissão de Língua Portuguesa) - entidade que se mostrou a favor da adesão da reforma mesmo sem Portugal - Bechara discorda que o Brasil deva levar a proposta adiante caso o acordo com o Portugal não se concretize. "Não há sentido em propor uma unificação uma vez que Portugal, país que junto ao Brasil desenhou a proposta de unificação, não aceita as regras. A unificação só faz sentido se todos os países estiverem de acordo", opina Bechara. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Também membro da COLIP, a professora Stella Maris Bortoni, discorda de uma reforma ortográfica sem o consentimento de Portugal. "Creio que o propósito da unificação é justamente o de aproximar os povos, não de desunir. O MEC, por sua vez, por meio da COLIP, entende que já esperou tempo suficiente para obter uma resposta de Portugal. Agora, a expectativa é que a reforma seja levada adiante. Na minha opinião, não há dúvida de que ela entre em vigor a partir de janeiro de 2009, até porque outros dois países da comunidade lusófona já assinaram o acordo", explica Stella.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conseqüências &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na opinião da professora da Uniara (Centro Universitário de Araraquara) Júlia Maria De Oliveira Santos Gorla, que é também diretora de uma escola de Língua Portuguesa, a reforma apresenta problemas, apesar de propor mudanças que ela considera interessantes para a língua, como a extinção definitiva do trema e a subtração do acento circunflexo para verbos no plural como, por exemplo, crêem e vêem, além da inclusão das letras 'k', 'w' e 'y', no alfabeto português. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;"Por um lado, a reforma extingue regras obsoletas, o que facilita a grafia das palavras e, conseqüentemente, seu aprendizado. Ela inclui no alfabeto letras que não faziam parte. Temos crianças cuja inicial do nome não está no alfabeto, isso sem contar os estrangeirismos adotados em nosso país. No entanto, se formos pensar em termos de custo benefício, teremos um gasto imensurável de reedição de material já publicado (dicionários, livros de gramática, etc). Para aquilo que a reforma irá mudar, me questiono se o esforço é válido", diz Júlia. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Bechara reconhece os custos com reedição de livros e material didático, mas alega que toda e qualquer alteração no idioma ou nos processos de ensino tem um custo. "Não dá para pensarmos em evolução sem custos," diz. Stella completa ao dizer que o MEC não vai propor a mudança de uma hora para outra. Haverá um prazo para as editoras se adequarem à nova regra. Enquanto isso, também haverá um período em que os livros antigos continuarão valendo. Daí para frente caberá as editoras produzir materiais novos para atender as necessidades do País", afirma. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;De acordo com a COLIP, a partir de janeiro de 2009 todos os textos produzidos já devem ser escritos na nova norma (&lt;em&gt;veja, no rodapé da matéria, o que muda na língua&lt;/em&gt;). Vestibulares, concursos e avaliações deverão aceitar as duas regras como corretas até 31 de dezembro de 2011. Os livros didáticos distribuídos pelo governo de 2009 para o Ensino Médio poderão estar escritos na norma antiga. Como a compra de livros não acontece todos os anos para todas as séries, espera-se que os estudantes do Ensino Médio possam utilizar a norma atual até 2011. Já os estudantes do Ensino Fundamental deverão receber material didático adaptado às normas do acordo ortográfico a partir de 2010. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Segundo a gerente executiva da Abrelivros (Associação Brasileira das Editoras de Livros) - representante das editoras de livros educacionais -, Beatriz Gellet, a entidade não pretende promover nenhum boicote à reforma ortográfica. Como se trata de uma medida governamental, a associação deverá acatá-la, mas em reunião realizada na última quarta-feira, 9 de abril, os membros da Abrelivros se mostraram preocupados com relação ao prazo estabelecido pelo MEC para a adaptação das publicações. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Abrelivros considera o prazo inviável e pretende discutir com o ministério a possibilidade de seu prolongamento. "É preciso esclarecer que o processo de produção de um livro é demorado. Não existe corretor ortográfico que possa acelerar o processo de revisão. Se os livros tivessem de ser entregues de acordo com a nova norma, em 2010, eles precisariam ser revistos a partir de agora. No entanto, será um trabalho minucioso de revisar página por página e observar as exceções à regra. Não somos contra a reforma, só queremos prazo para executar o trabalho da melhor maneira possível e não a 'toque de caixa'", explica Beatriz.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ela afirma que a Abrelivros ainda não tem como mensurar os gastos para a reedição de livros didáticos, nem o impacto da nova medida na venda das publicações, ainda que defensores da reforma acreditem que a unificação da língua irá aumentar as vendas dos livros brasileiros. "Tudo ainda é muito novo, não dá para fazer qualquer afirmação sem uma pesquisa", diz. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por meio de sua assessoria de imprensa, o SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) informa que ainda não tem um parecer oficial sobre a reforma ortográfica e, portanto, não pode opinar sobre as conseqüências da adoção da unificação ortografia da língua portuguesa.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;(&lt;em&gt;Confira na tabela abaixo dados da pesquisa sobre o mercado editorial brasileiro entre 1990 e 2006 realizada pela CBL - Câmara Brasileira do Livro e pelo SNEL - Sindicato Nacional dos Editores de Livros&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt; &lt;table style="width: 623px; height: 546px;" align="center" border="0" cellpadding="3" cellspacing="1"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#278113"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td colspan="2"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;strong&gt; PRODUÇÃO&lt;br /&gt;  (1º edição e reedição) &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td colspan="2"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;strong&gt; VENDAS &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#7ee868"&gt;     &lt;td width="10%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt; Ano &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt; Títulos &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="23%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt; Exemplares &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt; Exemplares &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="30%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt; Faturamento (R$) &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#e4e4e4"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1990 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 22.479 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 239.392.000 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 212.206.449 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 901.503.687 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#f0f0f0"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1991 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 28.450 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 303.492.000 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 289.957.634 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 871.640.216 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#e4e4e4"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1992 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 27.561 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 189.892.128 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 159.678.277 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 803.271.282 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#f0f0f0"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1993 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 33.509 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 222.522.318 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 277.619.986 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 930.959.670 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#e4e4e4"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1994 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 38.253 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 245.986.312 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 267.004.691 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1.261.373.858 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#f0f0f0"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1995 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 40.503 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 330.834.320 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 374.626.262 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1.857.377.029 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#e4e4e4"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1996 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 43.315 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 376.747.137 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 389.151.085 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1.896.211.487 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#f0f0f0"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1997 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 51.460 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 381.870.374 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 348.152.034 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1.845.467.967 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#e4e4e4"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1998 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 49.746 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 369.186.474 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 410.334.641 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2.083.338.907 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#f0f0f0"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1999 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 43.697 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 295.442.356 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 289.679.546 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 1.817.826.339 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#e4e4e4"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2000 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 45.111 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 329.519.650 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 334.235.160 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2.060.386.759 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#f0f0f0"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2001 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 40.900 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 331.100.000 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 299.400.000 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2.267.000.000 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#e4e4e4"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2002 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 39.800 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 338.700.000 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 320.600.000 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2.181.000.000 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#f0f0f0"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2003 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt;  35.590 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 299.400.000 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 255.830.000 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2.363.580.000 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#e4e4e4"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2004 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 34.858 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 320.094.027 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 288.675.136 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2.477.031.850 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#f0f0f0"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2005 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt;  41.528 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 306.463.687 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 270.386.729 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2.572.534.074 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bordercolor="#333333" class="texto_tab" bgcolor="#e4e4e4"&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2006 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 46.026 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 320.636.824 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 310.374.033 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt; 2.880.450.427 &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr border="" class="texto_tab" bg="" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;     &lt;td colspan="5" class="texto_tab" bg="" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e CBL (Câmara Brasileira do Livro)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outra crítica da professora da Uniara em relação à reforma parte da preocupação com os alunos recém-alfabetizados pela atual regra ortográfica adotada pelo Brasil. Na opinião dela, seriam estes alunos os mais prejudicados, pois teriam pouco tempo de conhecimento e seriam logo obrigados a rever o que aprenderam. "Segundo nosso ministro de educação, Fernando Haddad, o prazo para a mudança do idioma é de três anos, com as novas regras em vigor a partir de janeiro de 2009. Creio que no curto prazo a medida irá gerar uma grande confusão, especialmente para quem acabou de ser alfabetizado e terá de reaprender a forma de grafia de algumas palavras", pondera Júlia. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;O lingüista da Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho) Sebastião Expedito Ignácio, considera que a reforma ortográfica, nos moldes em que é proposta, tem poucos benefícios para o ensino porque é muito tímida. "Os custos da reforma serão muito maiores que os benefícios, mas não há dúvida de que ela tem suas vantagens, como a extinção de regras que já caíram em desuso. Não acho, porém, que ela merece tanto alarde porque é muito mais uma reforma política do que lingüística. Do ponto de vista do ensino, ela muda muito pouco", critica. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;O professor reclama do fato dos lingüistas não terem sido consultados para propor as regras da reforma e diz que o argumento de que com a unificação da ortografia haverá estímulo ao intercâmbio é infundado. "Essa história de que a reforma vai estimular o intercâmbio é falsa, porque a reforma ortográfica - nos termos em que foi proposta - não tem nenhum indício de que irá influenciar o intercâmbio entre os países lusófonos", afirma ele. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na opinião de Ignácio, ao contrário do que é anunciado, o interesse internacional também não tende a ser estimulado com a mudança das regras ortográficas. "O interesse por um país surge à medida que ele cresce e evolui em termos econômicos e culturais. É isso que desperta a curiosidade da comunidade internacional, não a facilidade da língua", reforça. Para validar seu argumento, o professor lembra a explosão de cursos de mandarim após o surgimento da China como potência mundial. &lt;/p&gt;    &lt;table style="width: 590px; height: 779px;" align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td colspan="5"&gt;&lt;img style="width: 591px; height: 61px;" src="http://www1.universia.com.br/materia/img/ilustra/2008/abr/gramatica/a_01.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td background="http://www1.universia.com.br/materia/img/ilustra/2008/abr/gramatica/a_02.jpg" width="22"&gt;&lt;img src="http://www1.universia.com.br/materia/img/ilustra/2008/abr/gramatica/a_02.jpg" height="34" width="22" /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="top" width="272"&gt;&lt;table style="width: 264px; height: 560px;" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;         &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;           &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.universia.com.br/materia/img/ilustra/2008/abr/gramatica/a_06.jpg" height="34" width="271" /&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td class="texto" style="padding: 5px;"&gt;Cerca de 1,6% das palavras são alteradas. Os portugueses deixarão de escrever 'húmido' e usarão 'úmido'.&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td class="texto" style="padding: 5px; color: rgb(119, 173, 107);" bg=""&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Consoantes mudas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td class="texto" style="padding: 5px;"&gt;Também somem o 'c' e o 'p' nas palavras em que estas letras não são pronunciadas, como em 'acção' ('ação'), 'acto' ('ato'), 'baptismo' ('batismo') e ' óptimo'('ótimo').&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.universia.com.br/materia/img/ilustra/2008/abr/gramatica/a_03.jpg" height="34" width="272" /&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.universia.com.br/materia/img/nada.gif" height="10" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td style="padding: 5px; color: rgb(119, 173, 107);" bg=""&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Alfabeto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td class="texto" style="padding: 5px;"&gt;O 'k', o 'w' e o 'y' entram no alfabeto, que passa a ter 26 letras.&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td class="texto" style="padding: 5px; color: rgb(119, 173, 107);" bg=""&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Trema&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td class="texto" style="padding: 5px;"&gt;O trema desaparece nas palavras em português. Só fica em palavras estrangeiras, como &lt;em&gt;Hübner&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Müller&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;        &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(40, 129, 19);"&gt;&lt;strong&gt;Exemplos&lt;/strong&gt;: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;            &lt;em&gt;Agüentar - aguentar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;            &lt;em&gt;Lingüiça - linguiça &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td background="http://www1.universia.com.br/materia/img/ilustra/2008/abr/gramatica/a_04.jpg" width="8"&gt;&lt;img src="http://www1.universia.com.br/materia/img/ilustra/2008/abr/gramatica/a_04.jpg" height="34" width="8" /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="top" width="271"&gt;&lt;table style="width: 209px; height: 652px;" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;         &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;           &lt;td class="texto" style="padding: 5px; color: rgb(119, 173, 107);" bg=""&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Acento circunflexo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td class="texto" style="padding: 5px; text-align: justify;"&gt;O acento circunflexo desaparece em palavras com duplo 'o' e 'e', como 'vôo' e 'crêem', que passam a ser escritos &lt;em&gt;voo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;creem&lt;/em&gt;.&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td class="texto" style="padding: 5px; color: rgb(119, 173, 107);" bg=""&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Acento diferencial&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td class="texto" style="padding: 5px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(40, 129, 19);"&gt;Pára (verbo parar)&lt;/span&gt; ≠ para (preposição) - para&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;       &lt;br /&gt;        &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(40, 129, 19);"&gt;Péla (verbo pelar)&lt;/span&gt; ≠ pela (combinação de &lt;em&gt;per&lt;/em&gt; + &lt;em&gt;la&lt;/em&gt;) - pela&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;       &lt;br /&gt;        &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(40, 129, 19);"&gt;Pêlo (substantivo)&lt;/span&gt; ≠ pelo (combinação de &lt;em&gt;per&lt;/em&gt; + &lt;em&gt;lo&lt;/em&gt;) - pelo&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;       &lt;br /&gt;        &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(40, 129, 19);"&gt;Pólo (substantivo)&lt;/span&gt; ≠ polo (combinação antiga de &lt;em&gt;por&lt;/em&gt; + &lt;em&gt;lo&lt;/em&gt;) - pólo&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td class="texto" style="padding: 5px; color: rgb(119, 173, 107);" bg=""&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Hífen&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td class="texto" style="padding: 5px;"&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O hífen some quando o segundo elemento da palavra começar com 's' ou 'r'. As consoantes passam a ser dobradas, como em 'antissemita' (atualmente 'anti-semita'), e 'contrarregra' (atualmente 'contra-regra').&lt;/p&gt;               &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(40, 129, 19);"&gt;Exceção:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; quando os prefixos terminam em 'r' se mantém o hífen. Como 'hiper-requintado' e 'super-resistente'.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-4957458864247968195?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/4957458864247968195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=4957458864247968195' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/4957458864247968195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/4957458864247968195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2008/05/sobre-o-novo-acordo-ortogrfico.html' title='Sobre o novo acordo ortográfico'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-6328970912313124781</id><published>2008-04-30T18:24:00.001-07:00</published><updated>2009-05-16T13:48:08.193-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objetivos do blog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coleção Ler o Mundo História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='editora Scipione'/><title type='text'>OBJETIVOS DESTE BLOG</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Caros professores,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;O blog da coleção &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Ler o Mundo-História&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;, editora Scipione é um blog aberto, sem fins lucrativos - a autora que vos fala não recebe nenhuma remuneração para mantê-lo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Ele foi criado para cumprir os seguintes objetivos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt;a) divulgar o trabalho da coleção &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Ler o Mundo-História&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;, editora Scipione&lt;/span&gt; da qual sou autora;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) divulgar cursos, programas, lançamentos e sites de interesse aos educadores em geral e, particularmente, aos professores polivalentes de segundo ao quinto ano do Ensino Fundamental;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) alimentar o trabalho dos professores na disciplina de História destinada ao Ensino Fundametal I e tudo aquilo que possa de modo interdisciplinar contribuir para a melhoria  do letramento e alfabetização das crianças destes ciclos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) dar suporte aos professores que acreditam em nossa proposta pedagógica e adotam nossa coleção didática tanto na rede pública como particular. Nossos professores parceiros encontrarão muitas vezes indicação nos posts dos vínculos diretos com as temáticas trabalhadas nos volumes da coleção &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;LER O MUNDO- HISTÓRIA&lt;/span&gt;,  editora Scipione com referências às unidades e capítulos e poderão ter acesso ao material de apoio especialmente selecionado e disponibilizado em nossa biblioteca virtual;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;e) finalmente, e não menos importante, o blog foi criado para receber contribuições de todos os professores que desenvolvem projetos bacanas e desejam compartilhá-los com os demais. Pois, essa autora que vos fala não aguenta mais ouvir apenas notícias ruins sobre escolas, professores e materiais didáticos e ela conhece escolas, propostas pedagógicas e muitos professores competentes, profissionais, educadores de fato e de direito que fazem a diferença no espaço escolar. Por isso se você desejar compartilhar seus projetos, seu site relacionado à História, ensino de história, educação infantil e afins, envie-nos suas contribuições para nosso mail: &lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(102, 0, 0);" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="mailto:historiaemprojetos@gmail.com" target="_blank"&gt;maria.c.car.oliveira@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt;Agradecemos sua visita e adoraríamos receber seus comentários com críticas e sugestões para melhorarmos cada vez mais o nosso trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt;Um grande abraço&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0);" align="justify"&gt;Conceição Oliveira&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-6328970912313124781?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/6328970912313124781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=6328970912313124781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/6328970912313124781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/6328970912313124781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2008/04/objetivos-deste-blog.html' title='OBJETIVOS DESTE BLOG'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4883793053513503650.post-1996954272193138752</id><published>2008-04-30T18:09:00.000-07:00</published><updated>2008-04-30T18:13:14.831-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='falares brasileiros'/><title type='text'>Nós falamos português mesmo?</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="61%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;CULTURA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;td width="39%"&gt;                    &lt;table border="0" cellspacing="5" width="100%"&gt;                     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                        &lt;td height="15"&gt;                       &lt;br /&gt;                    &lt;/td&gt;                     &lt;/tr&gt;                   &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;                 &lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;             &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Conheça a mistura de culturas que deu origem à "língua                brasileira"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/www.uol.com.br"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:78%;" &gt;da                redação&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;             &lt;table align="right" border="1" width="16%"&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                 &lt;td&gt;&lt;img src="http://biponline.prodeb.gov.br/figuras/mapabrasil.jpg" height="148" width="150" /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;             &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Todo mundo sabe                que, no Brasil, nós falamos o português, certo?&lt;br /&gt;            Quase certo! Para alguns estudiosos da língua, nós                falamos mesmo é o "brasileiro".&lt;br /&gt;            O que podemos dizer é que: o português de Portugal                foi a base para o desenvolvimento do nosso idioma.&lt;br /&gt;            Mas... se foram os portugueses que descobriram o Brasil, por que                será que nosso jeito de falar é diferente do deles?                &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Vamos analisar:&lt;br /&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Quando os lusos                (portugueses) aqui chegaram "deram de cara" com os índios.                Deve ter sido uma confusão danada! Só depois de muita                convivência eles começaram a se entender.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;            Depois, vieram os negros trazidos da África com mais um idioma                diferente.&lt;br /&gt;            Até aí, já tínhamos três culturas                dentro do Brasil. A dos índios, a que foi trazida pelos portugueses                e a dos escravos africanos. Só pra completar essa verdadeira                "omelete" vieram mais tarde os italianos, espanhóis,                e muitos outros, como os japoneses, etc...&lt;br /&gt;            A mistura destas línguas todas deu origem à nossa                "língua brasileira", cheia de influências                e manias estrangeiras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;            Em qual região do Brasil você mora?&lt;br /&gt;            Toda essa diversidade causou ainda mais um efeito: cada região                do Brasil ficou com uma maneira diferente de falar. Quer ver? Pegue                aí um mapa e confira:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Nordeste                - Êtcha, nóis!!!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;            Na época da escravidão, muitos africanos foram levados                para o litoral nordestino. Uma das heranças que eles deixaram                no sotaque dos habitantes da região, foi a pronúncia                da letra "t", que recebeu um som de "tch". Quando                um nordestino desta região litorânea fala a palavra                "muito", por exemplo, ele pronuncia assim: "mutcho".                Já reparou?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                          &lt;table align="right" border="1" width="16%"&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                 &lt;td&gt;&lt;img src="http://biponline.prodeb.gov.br/figuras/escravos.jpg" height="152" width="150" /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;             &lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Norte              - Influência Jesuíta&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;          Volte ao seu mapa e ache lá em cima, ao norte, a Amazônia.              Veja que este Estado é vizinho de outros Estados que fazem              parte do Nordeste brasileiro. No entanto, os amazonenses não              falam com aquele sotaque arrastado, típico do nordestino. É              que na Amazônia quase não houve a escravidão de              africanos. A influência sofrida neste Estado foi a influência              do tupi, que foi a língua trazida pelos jesuítas que              andavam pelo país evangelizando os índios. &lt;/span&gt;              &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Minas                Gerais - Uai, sô!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;            No século XVIII, pessoas de todos os cantos do Brasil foram                para Minas Gerais. Lá era explorado o ouro. Podemos até                dizer, então, que muito do sotaque do mineirinho é                resultado da união dos sotaques de todas as outras regiões                do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Santos                - Tu tá entendendo?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;            Na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, em vez de falar                "você" eles falam "tu". E acabamos de                descobrir por quê! É que no século XVIII o litoral                sul foi ocupado pelo governo português. Já ouviu algum                português falar "você"? Eles só usam                "tu".&lt;br /&gt;            Pelo jeito, eles acabaram deixando essa expressão de herança                pros santistas. Entendeu?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;table align="right" border="1" width="15%"&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                 &lt;td&gt;&lt;img src="http://biponline.prodeb.gov.br/figuras/indio3.jpg" height="145" width="146" /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;             &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;Rio                de Janeiro - Ox cariocax porrrrrrrrrrrrrrtuguesesss!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;            Em 1808 a família real portuguesa mudou-se para o Rio de                Janeiro. Sabe quantos lusitanos foram pra lá fugindo de Napoleão?                Dezesseis mil! Até então, a cidade tinha apenas 56.000                habitantes que acabaram recebendo a influência desse monte                de portugueses. É esta a origem do "r" raspado                na garganta e do "s" chiado que os cariocas cultivam até                hoje.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                          &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;São                Paulo - Abre a porrrrrrrrta que a samambaia tá torrrrrrrrrrrta!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;            A cidade de São Paulo falava o dialeto "caipira"                até o século passado. Geralmente o pessoal do interior                pronuncia as palavras com o "r" bem puxado, já                reparou? Porrta, porrco... Os habitantes da cidade de São                Paulo só não continuaram falando assim porque acabaram                recebendo influências estrangeiras. O sotaque paulistano é,                hoje, resultado da combinação dos sotaques dos imigrantes                italianos que chegavam na época da industrialização                em busca de trabalho. Como aconteceu na novela Terra Nostra, lembra                "ô meu"? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A estas diferenças                no jeito de falar dentro de uma mesma língua, damos o nome                de dialeto! Você já sabe qual é o seu? Então                descubra...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;table align="center" border="1" width="17%"&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                 &lt;td&gt;&lt;img src="http://biponline.prodeb.gov.br/figuras/temposantigos.jpg" height="196" width="180" /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;             &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4883793053513503650-1996954272193138752?l=ler-mundo-historia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/feeds/1996954272193138752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4883793053513503650&amp;postID=1996954272193138752' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/1996954272193138752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4883793053513503650/posts/default/1996954272193138752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ler-mundo-historia.blogspot.com/2008/04/cultura-ns-falamos-portugus-mesmo.html' title='Nós falamos português mesmo?'/><author><name>Ler o Mundo História</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_eYBPgnXGRSI/Shlimdv5EQI/AAAAAAAAA4M/Vc0s194Ye0Y/S220/capa_lermundo_2ano.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
